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Galera, quero agradecer à todos que votaram e deram suas opiniões, isso é bastante importante para melhor desempenho do blog.


Gostaria de informar que a partir de hoje o Bboy Download passará a ser Dança de Rua Brasil. A decisão foi tomada devido a compra do domínio bboydownload.org, para quem não entende de SEO, isso é muito importante na indexação de um web site nos mecanismos de busca, a troca é devido a relevância que cada domínio tem, no caso, será realizada só mudanças no layout do site, na construção do conteúdo, não havendo apenas somente conteúdo para download, como também dicas de treinos, tutoriais, vídeo aulas, notícias e eventos sobre dança de rua.


O antigo blog Bboy Download será mantido da mesma forma, não devendo mais ser atualizado, o processo de migração para outra plataforma garantirá um maior desempenho do site e qualidade nos serviços. Ficando assim um site mais rápido, funcional e de ótimo conteúdo para quem busca informações e atualidades da dança bboying. Espero que todos gostem e acessem o novo site Dança de Rua Brasil.


Dia Mundial da Terra



O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacionalcontra a poluição. É festejado em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectônicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição atual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, ação do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos.

A reconstituição da vida na Terra foi conseguida através de fósseis, os mais antigos que conhecemos datam de 3,5 bilhões de anos e constituem em diversos tipos de pequenas células, relativamente simples. As primeiras etapas da evolução da vida ocorreram em uma atmosfera anaeróbia (sem oxigênio).

As teorias da origem da vida na Terra, são muitas, mas algumas evidências não podem ser esquecidas. As moléculas primitivas, encontradas na atmosfera, compõe aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.

A evidência disso é que as mitocôndrias celulares possuam DNA próprio. Cada estrutura era capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.

Para mantermos o equlíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.


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A few words about the Earth Day: Earth Day is an annual event for
people around the world to celebrate the earth and renew commitments to
building a safer, healthier and cleaner world for everyone. The first
Earth Day took place on April 22, 1970, and over the years has grown
into a major event which is celebrated simultaneously around the globe
by more than half a billion people of all backgrounds, faiths and
nationalities. Read More About Earth Day on Wikipedia. Lets all join Hands to Make Earth a better place to Live in. Earth is way too beautiful for it to be polluted, please diminish litter and pollution if you can guys!





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Dança de Rua Brasil

Dança de Rua Brasil

Os bailarinos Fortunato Tomás, Isilda Lissokeivo, Anderson Majenje e Bráulio Francisco são os vencedores da segunda edição do concurso “Bounce” e foram eleitos sábado, nos estúdios do Canal 2 da Televisão Pública de Angola (TPA), em Luanda.
Os escolhidos entre os dez correntes finalistas, representam a comunidade angolana em Portugal e as províncias de Huíla, Huambo e Luanda, respectivamente.
Fortunato Tomás foi escolhido pelos telespectadores através de mensagem telefónica, enquanto Isilda Lissokeivo, Anderson Majenje, e Bráulio Francisco foram os que “fizeram as melhores exibições”, segundo o júri.
Na primeira parte do espectáculo, que durou cerca de três horas, os dez finalistas apresentaram uma coreografia dominada pela mistura de estilos de dança, após o que seguiu uma exibição individual de cada candidato durante a qual cada um escolheu um estilo de dança e uma música. Na segunda parte, os concorrentes dançaram em pares, demonstrando habilidades em semba, dança contemporânea, hip hop, samba, kuduro e dança clássica.
A terceira e última parte do espectáculo ficou marcada pelos desafios individuais, em que cada concorrente teve um minuto para mostrar o que sabe fazer em dois diferentes estilos de dança.
Como prémio, os vencedores vão ter direito a uma formação de três meses, numa escola profissional de dança em Los Angels, nos Estados Unidos da América.
Para animar o concurso, passaram pela segunda edição do “Bounce” o grupo Makongo, composto por angolanos e portugueses. Este grupo fez-se acompanhar por dois percussionistas e igual número de bailarinos de dança de rua (Street Dance), que fizeram duas exibições, numa mistura de kuduro, hip hop e raggaeton. O músico Jack Kanga também animou a final, bem como os vencedores da primeira edição, realizada em 2008.
O concurso “Bounce” foi criado em 2007, inspirado nos géneros Kuduro e Hip-Hop, com o objectivo de incentivar a paixão dos jovens pela dança. Produzido pela Semba Comunicação, a primeira edição foi realizada em 2008, com concorrentes escolhidos em castings realizados nas províncias de Benguela, Huambo, Luanda e Zaire.
Em 2009, o concurso ampliou o seu campo de acção e, além das províncias abrangidas na edição anterior, abrangeu as províncias do Uíge, Cabinda, Lunda Norte, Lunda Sul e Namibe. Outra novidade desta edição foi o seu alargamento internacional, com a participação de angolanos residentes em Portugal.

Bailarinos satisfeitos

Fortunato Tomás, representante da comunidade angolana em Portugal, afirmou sentir-se feliz por constar entre os vencedores do “Bounce” 2009. “Sempre sonhei ser um dos distinguidos num concurso de dança”, disse o bailarino, de 23 anos.
Ao referir-se à viagem aos EUA, disse ser muito importante porque vai dar mais prestígio aos bailarinos, acreditando que o facto de terem direito a formação em dança, em Los Angeles, será uma experiência inesquecível e algo que também beneficiará os coreógrafos do concurso.
Fortunato Tomás começou a dançar com 15 anos, em Portugal, onde frequentou aulas de dança. Tem formação em Hip Hop contemporâneo, feita em Barcelona, na Espanha, e em jazz, ballet clássico e raggae.
A bailarina Isilda Lissokeivo, de 19 anos, disse que sempre quis participar em concurso de dança com algum prestígio, mas esteve indecisa quanto a sua classificação porque os concorrentes eram muito fortes.
Quanto ao sonho de se tornar uma das vencedoras estava cada vez mais distante, mas seguiu em frente, aproveitando as aulas dos coreógrafos.
Isilda Lissokeivo dança desde criança, mas só aos 14 anos é que decidiu levar o dom a sério, e teve a sua primeira aparição em público num dos centros culturais do Lubango, província da Huíla, onde nasceu.
Anderson Majenje, de 19 anos, conseguiu concretizar um dos seus sonhos que, desde que aprendeu a dançar, foi uma das suas grandes paixões. Representante da província do Huambo, informou que, embora tenha sido motivado pela irmã a participar, antes já sentia interesse no “Bounce”, desde a primeira vez que assistiu o programa. “Para mim foi uma grande surpresa, uma vez que todos os finalistas eram fortes candidatos as quatro vagas. Sempre disse que sonhar é bom, e que tudo é possível alcançar com esforço. Trabalhei, lutei, acreditei e consegui colher frutos”.
O representante do Huambo começou apostar na dança desde 2004, ano em que fazia dupla com a sua irmã, Cilana Majenje, uma das vencedoras da 1ª edição do concurso. Depois formou o grupo de dança “Back off dance”.
O representante de Luanda, Bráulio Francisco, afirmou que pressentia ser um dos vencedores, porque dança desde criança, sob influência familiar. O bailarino, de 20 anos, assumiu que dançar faz parte do seu hobby, e disse que sempre acreditou na vitória. Bráulio tem participações em vídeoclipes e actuações em espectáculos musicais.

Dança de Rua Brasil

Música, dança e solidariedade na festa de Natal da Santo Afons

Novo Hamburgo - Shows de hip hop, de raggae, rap, apresentações de dança de rua e de coral, apresentação da Orquestra Municipal de Novo Hamburgo, além de distribuição de mais de 3 mil cachorros-quentes e refrigerantes fizeram parte da programação da Festa de Natal da Santo Afonso, na Rua Honduras (ao lado do Campo do Santo Afonso) que foi organizado pelo Instituto de Hip Hop do bairro Santo Afonso, no final da tarde de ontem. Uma oportunidade para crianças, jovens e até mesmo os adultos da comunidade terem um momento de reflexão sobre o sentido do Natal.
Para a realização da festa, o Instituto contou com apoio de comerciantes do Bairro Santo Afonso, da RCA Sonorizações e Eventos, Esporte Clube Santo Afonso e da Administração Municipal, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social.

Conforme um dos coordenadores de projetos sociais do Instituto, Eduardo Tamborera a festa é uma das mais gratificantes que a entidade realiza no decorrer do ano. "A gente percebe nos olhares das crianças a felicidade. Nós voltamos a ser crianças também. A prefeitura também ajudou com a doação de 600 brinquedos que foram sorteados durante a programação. Durante o ano a gente também realiza outros eventos e palestras ", comenta Tamborera.

Para a moradora do bairro Greice Silva da Silva, 30 anos, mãe de três filhos, a festa é importante porque é um momento de diversão para as crianças e de forma gratuita. "É bem legal. As crianças ganham cachorro-quente, refrigerante, brincam. É bem divertido", ressalta.

Entrega de cestas

A campanha Cestas Natalinas entregou as 330 cestas restantes, das 2.147 angariadas. Foram doadas à Associação de Deus Floresta e SOS Pequena Criança. A iniciativa é do Grupo Sinos com apoio de Fundação Semear e Igrejas Cristãs de Novo Hamburgo.

Na manhã de sábado, a Associação Beneficente Floresta distribuiu 280 cestas para suas 25 congregações em Novo Hamburgo. O presidente da associação, Paulo de Mello, conta que a comunidade se mobilizou para arrecadar os valores necessários. "As famílias carentes ficaram muito contentes com as doações. Tem famílias inteiras que se sustentam com o salário de uma pessoa", afirma ele.
Já no bairro Canudos, dona Leontina Bueno, presidente da Associação SOS Pequena Criança deu alegria a pessoas de todas as idades. Enquanto as mães recebiam as 50 cestas, o Papai Noel oficial do Município distribuía brinquedos e doces para as crianças cadastradas. Leontina pediu para que todos dessem as mãos e fez orações. "Temos que agradecer a Deus e não só pedir", afirma ela.

Fagundes - Os Fagundes foram a atração do Natal dos Sinos na noite de sábado. Noite Feliz foi entoada em coro pela plateia que tomou a Praça do Imigrante.
Pastoral - A Pastoral da Criança da Paróquia Sagrado Coração de Jesus promoveu uma festa para150 crianças do bairro Santo Afonso. A garotada ganhou brinquedos e lanche.

Idosos - O Lar de Idosos da Polaca, no Santo Afonso, organizou uma festa no sábado. "Queremos evitar o desligamento com a família", explica Larissa Moehlecke, dona do lar.

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6º Festival de Hip Hop Black Cat


FESTIVAL BLACK CAT COLOCA O HIP HOP EM EVIDÊNCIA EM DOIS DIAS DE APRESENTAÇÕES DE DANÇA NO TEATRO CARLOS GOMES


Os passos da dança de rua vão ao palco pelo sexto ano consecutivo em Blumenau. O 6º Festival de Hip Hop Black Cat ocorre hoje e amanhã no Teatro Carlos Gomes. Pela primeira vez, o festival terá dois dias. Hoje, apresentam-se grupos de dança de Blumenau e região. Amanhã, alguns grupos de Blumenau repetem as coreografias e dançarinos de outras cidades como São José, Itajaí, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro também sobem ao palco. Além da dança, há exibição de grafite e apresentação de canto.


No total, são cerca de 500 bailarinos, entre crianças e jovens, em 20 apresentações por noite – de solos e grupos. No festival apresentam-se oito grupos da professora Bruna Oeschler, organizadora do Black Cat. Entre os jovens dos grupos blumenauenses, a cultura hip hop vai além do ensaio dos passos de dança de rua. A música já têm lugar cativo nos tocadores de MP3 da geração que conheceu um hip hop mais pop, um pouco mais glamourizado, mas não menos dançante.



Para Bruna, é importante explorar as diversas vertentes musicais do hip hop, sem preconceito. Para cada grupo, estilo, música e coreografia são escolhidos de acordo com o perfil dos alunos.



– Tudo se atualiza, tudo se modifica. Acho muito importante conhecer as raízes da modalidade que praticas, para saber evoluir sem perder o contexto. Sem perder a técnica, na coreografia como um todo eu busco a contemporaneidade – explica Bruna.


Workshop

O festival este ano recebeu subsídios do Fundo Municipal de Apoio à Cultura. A verba vai possibilitar outra ação inédita do festival. Todos os dançarinos que participam da apresentação farão gratuitamente três workshops com bailarinos de dança de rua com destaque internacional e receberão deles avaliações sobre as coreografias.

– Ser bailarino é muito caro, todos os eventos cobram inscrição. Este evento não é competitivo, os bailarinos não pagam inscrição, são grupos convidados – diz.

mariana.furlan@santa.com.br

DANÇA DE RUA BRASIL Fabiano Lopes, ou melhor, Neguin, 21 anos, fez da dança de rua a sua grande inspiração para construir uma carreira repleta de conquistas e com espaço também para a solidariedade. O paranaense vai repre­sentar o Brasil em Nova Iorque.


Itajaí (SC) - Bastou um vídeo na internet para que a vida de Fabiano Lopes, 21 anos, natural de Cascavel, no interior do Paraná, mudasse completamente. O ano era 2002 e o tal vídeo mostrava um bando de malucos dançando e fazendo piruetas absurdas ao som de batidões hip-hop. Tarde demais: o breakdance – dança de rua surgida nos EUA e conhecida também como breaking dance, break, b-boy ou b-boying – havia arrebatado mais um jovem coração.


O tempo passou e Fabiano, ou melhor, Neguin (www.myspace.com/bboyneguin), como passou a ser conhecido internacionalmente, tornou-se um dos principais nomes do break no planeta. No próximo dia 18, ele disputa com outros 15 b-boys (como são chamados os dançarinos), de diversos países, o Red Bull BC One 2009 (www.redbullbcone.com). O campeonato, que vai rolar em Nova York (EUA), reúne a nata mundial da modalidade.


Antes que o fera embarcasse para os EUA, a Gazetinha desceu a serra e foi até Itajaí, no litoral de Santa Catarina, cidade em que o artista mora atualmente e onde também dá aulas de break em um projeto social. “Como sou professor, já conhecia aqui o Sul. Comecei a namorar, me interessar pela cidade e pela galera daqui”, conta Neguin. A hoje esposa dele, Suzana Cristina Amaral, 23, nasceu na cidade catarinense e também ensina dança.


Capoeira



Caçula de uma família de 4 irmãos, Neguin começou a fazer capoeira aos 6 anos. Quando trocou a arte africana pelo break, incorporou-a ao seu estilo de dança. “O importante é você criar algo que o mundo não saiba fazer. O mais difícil é adquirir técnica e ter criatividade”, explica o rapaz, ao falar sobre os diferenciais dos grandes b-boys. Mas a dança exige igualmente um bom preparo físico, diga-se de passagem.


Além de capoeira, Neguin já praticou jiu-jitsu, skate e patins. Aprendeu inglês na prática – já foi a quase 20 países –, é grafiteiro e atualmente faz curso de DJ. Participou de comerciais, programas de tevê e ainda por cima mantém, em São Paulo, o Tsunami All Stars Crew – um dos principais grupos de breakdance do país.


Com uma carreira tão bem-sucedida, Neguin só reclama da falta de bons patrocinadores no país. “O break é uma arte universal. Mesmo assim, aqui sofre uma discriminação muito grande. Mas ao menos hoje há mais apoio da mídia”, conclui.

DANÇA DE RUA BRASIL Os movimentos impressionantes da dança de rua ou street dance, como também é conhecida, desembarcam no Pelourinho, a partir do dia 1º de novembro. Trata-se do Dança de Rua Invadindo a Praça, que acontece também nos domingos seguintes, dias 15, 22 e 29 de novembro. O projeto integra a programação do Tô no Pelô.


No dia 1º de novembro, o público vai conferir a apresentação do grupo de rap RBF, a música dos Djs Bandido e Chacal e a arte ao vivo dos grafiteiros Bigod, Lee 27, Drico e Sank. Na ocasião, serão feitas as inscrições para as oficinas e batalhas de dança que acontecerão nos domingos seguintes, com prêmios em dinheiro. As inscrições podem ser feitas também às terças-feiras, às 19h30, na Roda de Break que acontece na Praça da Sé.

DANÇA DE RUA BRASIL Na tarde de sábado, enquanto o coreógrafo Nilberto Lima de Souza ajeitava as caixas de som na Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos, a professora Juliana Crestani ensaiava com a Companhia Joinvilense de Dança de Rua C.R. Crew na Casa da Cultura. Longe dali, Fabio Martelo e Malcolm promoviam mais um dia do Hip Hop Social (HHS) com adolescentes do Jardim Paraíso, em Joinville. Iniciativas como essas podem ajudar Joinville se tornar a cidade da dança o ano interio não só durante o Festival de Dança.

Uma causa da cidade abraçada por A Notícia. Os quatro elementos do hip hop unem os três projetos e são instrumentos para reforçar o caráter dos jovens e livrá-los dos problemas sociais. Do subúrbio de Nova York para as ruas de Joinville, o hip hop se despe do preconceito e da crítica social para ganhar força como movimento cultural.

— O hip hop surgiu para que as gangues parassem de brigar e resolvessem sua situação numa batalha de dança. É um movimento que trabalha com cidadania e valores — explica Nilberto.

À frente do grupo Fúria das Ruas, da Escola Governador Celso Ramos, Nil coleciona três títulos do Festival de Dança de Joinville na modalidade dança de rua avançado. Mas é nos sábados, com os jovens do projeto, que ele realmente se encontra.

— O grupo já nasceu com essa intenção de ser social — explica o coreógrafo.

Nil chega logo cedo, antes das sete horas. De tarde, a companhia dos quase 90 jovens que participam do projeto não o deixavam quieto. Ele só vai embora de noite, após o ensaio com o grupo avançado do Fúrias das Ruas. O braço direito de Nil é a coordenadora do projeto, Janete Coelho de Souza.

— Fazemos um trabalho voluntário. A maioria dos alunos são bolsistas e não pagam mensalidade, então o pouco que arrecadamos é pra comprar gasolina para buscar os equipamentos e a comida — salienta.

O reforço do Fúria das Ruas vem da direção da Escola Celso Ramos e da Associação dos Pais e Professores. A mesma intenção levou Juliana Crestani a criar a Casa do Hip Hop Arte Inclusiva (CHHAI), em março de 2004. A rotina é parecida com a da Nil: praticamente todos os sábados são dedicados às aulas gratuitas e oficinas.

— Quem quiser, é só chegar aqui. Tem participante que faz aula de violino na Casa da Cultura e tem quem vem de bicicleta do Itinga — salienta.

As aulas de grafite, MC’s, DJ e dança urbana são frequentadas por crianças de cinco anos até adultos com mais de 30 anos. Em cinco anos, mais de três mil pessoas já participaram da CHHAI, incluindo o projeto de dança inclusiva para cadeirantes, o grupo de grafiteiros Kaos Crew e o grupo C.R. Crew.

No Jardim Paraíso, o Hip Hop Social dá seus primeiros passos. O projeto tem a chancela de duas feras do hip hop em Joinville, MC Malcolm, integrante do grupo 5º Elemento, e Fabio Martelo, fundador do Conexão Break-Style. O HHS começou há quase dois anos, e desde o início de 2009 promove seus encontros no CEI Recanto dos Querubins, atendendo cerca de 30 adolescentes.

— A maioria são estudantes e alguns trabalham para ajudara família. Então serve também como entretenimento para eles — informa o MC Malcolm.

CONHEÇA OS PROJETOS

Grupo Fúrias das Ruas
Sábados, às 10 horas, na Escola Governador Celso Ramos, rua Doutor Plácido Olímpio de Oliveira, 400. Informações: (47)3455-5062

Casa do Hip Hop
Sábados, às 16 horas, na Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, rua Dona Francisca, 800. Informações: (47)9961-2761

Hip Hop Social no Jardim Paraíso
Sábados, a partir das 15 horas, no CEI Recanto dos Querubins, rua Apus, 1029. Informações: (47)9602-6854

CONEXÃO BRASIL HIP HOPSempre achei preconceito racial coisa de gente idiota. E embora este filme não trate do assunto a fundo, é sobre isso que ele trata. E também sobre não ter medo de seguir seus sonhos.
Além disso, No Balanço do Amor traz a ótima Julia Stiles como protagonista. Ela é um jovem cujo sonho é dançar e ingressar na famosa escola de dança Julliard. Após a morte de sua mãe, ela e o pai se mudam para um bairro pobre e ela então entra numa escola de negros. Detalhe: ela é loira de cabelos lisos.
Ao tentar voltar a dançar, acaba se apaixonando pelo seu colega, um jovem negro envolvido com a marginalidade. Porém, ela terá que enfrentar uma sociedade preconceituosa e a ex-namorada do rapaz se quiser ser feliz ao lado dele.
Adoro a Julia Stiles! Ainda vou escrever um post sobre ela, aguardem. E foi por causa dela mesmo que eu resolvi ver este filme. Perdi as contas de quantas vezes o vi. Gosto tanto que gravei um trecho dele, a cena em que ela se apresenta para um grupo de entendidos e que é a prova final para ela ingressar ou não na escola de seus sonhos. A dança é muito legal e foi ela mesma que fez, sem dublês.
Outra cena muito legal é do casal treinando dança misturando balé clássico e dança de rua. Dedico este post a outra grande amiga que é fã deste filme, Luana. Para os íntimos, Creyde.

DANÇA DE RUA BRASILBem… hoje eu vim falar com você sobre um assunto não muito comentado no dia a dia de muitas pessoas; a dança. Todos nós já virmos um vídeo, ou já assistimos a um filme que passou na TV, mostrando os diversos tipos de danças já inventados por todos esses anos.

Grandes cantores como: Elvis Presley, Michael Jackson… inventaram o seu próprio estilo de dança que passou a ser conhecido por todo o mundo, e assim, pegando nas pessoas como um grudi.

A evolução da dança não é de hoje, a muito tempo já existe isso. Hoje nós podemos dizer que existem diversos jeitos de se dançar conforme a música. Temos o Funk, que é carioca; temos também o Hip-Hop que é um estilo de dança de rua; também o samba, pagode, pop, forró e muitos outros que conhecemos. =)

Eu prefiro mais o Hip-Hop e o Pop, que desperta aquela sensação de felicidade. XD

Bom, vejamos um vídeo que foi me mandado por e-mail pelo meu amigo de classe Alberto. O vídeo se chama ‘Evolução da Dança’, e como eu não posso copiar o vídeo do Youtoba direto para cá, postarei o link logo a baixo. =)


DANÇA DE RUA BRASIL O Rota Cultural acontece todo final de mês e envolve todos os colaboradores da Rota do Mar. Na ocasião sempre é servido um lanche.

O objetivo é expor os talentos artísticos (música, dança, interpretação, lutas marciais entre outras) dos colaboradores. A cada edição a Rota traz convidados como grupos de capoeira, dança de rua, grupos de teatro e cantores.

A edição de agosto do Rota Cultural foi enriquecida com a apresentação do grupo Facção Hip Hop. Os meninos fizeram uma apresentação completa e proporcionaram aos colaboradores da Rota o contato com mais uma forma de manifestação cultural. Tendo em vista que essa é uma das propostas do Rota Cultural, promover o contato entre os colaboradores e a cultura.

O evento acontece sempre na Fábrica da Rota do Mar Rua Bela Vista, Nº 1320, Bela Vista.

Jaguariúna "No sábado, dia 29/08/09, nossas crianças iriam apresentar dança de rua no Festival de Inverno de Jaguariúna depois de terem ensaiado 2 meses seguidos e terem se preparado fisicamente e claro emocionalmente.

Chegaram às 19h00 no local, pois a apresentação seria às 19h30. Mas só entraram nos bastidores às 20h30 e, às 21h50, avisaram que as mesmas não poderiam se apresentar pois havia uma liminar para parar o evento por causa do barulho.

Nossas crianças não puderam se apresentar, mas o show do cantor Zeca Baleiro continuou. Será que a apresentação das crianças era mais barulenta que o show?

Gostaria de uma resposta sobre essa situação."

Nota da redação

A reportagem do EPTV.com entrou em contato com a Secretaria de Cultura e Turismo de Jaguariúna, que esclareceu a situação. Segundo o órgão informou através da assessoria de imprensa, não houve liminar judicial suspendendo o evento devido ao barulho.

De acordo com a Secretaria, houve atrasos na programação e a apresentação de dança teve que ser interrompida para dar lugar ao show de Zeca Baleiro, marcado para 21h30. Ainda segundo o órgão, já passava do horário do show quando o cantor exigiu subir ao palco até 22h ou deixaria de se apresentar, o que obrigou a interrupção da apresentação de dança.

Ainda segundo a Secretaria, todas as atividades do festival neste domingo, último dia, estão mantidas no Centro Cultural, onde ocorre o evento, e o grupo de dança voltará a se apresentar.

BBOYS AMAZONAS MANAUS - A programação do 1º Festival de Dança do Amazonas de hoje (21) conta com a palestra "Dança: Uma perspectiva no Amazonas", do artista Jorge Kennedy, a partir das 16h30, no Centro Cultural Palácio da Justiça, no Centro de Manaus.

Jorge Kennedy tem uma longa carreira na dança: especializou-se no ano de 1989 em Dança e Coreografia na Universidade Federal da Bahia, o que promoveu seu contato com o contexto mundial da dança e aprofundou sua visão acerca de uma estética própria na criação de espetáculos e performances. Ao retornar para Manaus em 1990, trouxe esta experiência na bagagem e se firmou como um dos artistas-referência da cidade.

Desde 2005, Kennedy é coordenador do Núcleo de Dança do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, desenvolvendo novas idéias que fortaleceram o processo de formação dos jovens artistas de Manaus. Também coordena as atividades de dança do Projeto Jovem Cidadão, envolvendo mais de 80 instrutores e estagiários de dança em mais de 70 escolas locais.

Espetáculos ao ar livre

O ciclo de espetáculos ao ar livre continua na programação do 1º Festival Amazonas de Dança. A partir das 17h, o público pode escolher o Centro Cultural Largo de São Sebastião ou a Praça Heliodoro Balbi para conferir pequenas apresentações de companhias regionais.

No primeiro local, se apresentam a Companhia de Dança de Salão João Lúcio, a Sonic Dança de Rua, a Companhia Renascensa, a Dançarte e o Ballet Folclore do Amazonas. Já na praça Heliodoro Balbi estarão as companhias Jovem Quadrangular, Amazonas Balé, Harpa e Tamborim, Cia. de Artes Cristã e o Grupo de Dança Avançado do Cláudio Santoro.

Convivência com convidados especiais

Adiantando um pouco do talento que o público irá conferir no domingo (23) com a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, três de seus integrantes, Jayme Tribuzi, Isa Kokay e Roberto Lima, falam um pouco de suas experiências enquanto artistas da dança na conversa informal instigada nas "Convivências". Eles se reúnem nesta sexta-feira, dia 21, a partir das 17h30 no Centro Cultural Palácio da Justiça. A entrada é gratuita. (RC)

Dançando depois dos 30 Faz bem para o corpo, faz bem para a mente!
Exatamente, o festival de dança de Joinville, faz tudo isso, inclusive para simples mortais, como eu, que não participa do evento, simplesmente prestigia.
Ficar no meio de tanta energia "dançante" faz bem para o corpo e para mente. Joinville respira e transpira dança, a cidade se transforma num enorme palco e recebe milhares de dançarinos e muitos, muitos visitantes,(tenho que abrir um parênteses para dizer que a cidade está muito bonita, colorida e bem estruturada).
Como não tenho "cacife" para participar e muito menos competir no festival, fui dar uma voltinha na Feira da Sapatilha, e tenho que confessar, é uma perdição, as mais famosas marcar de roupas e acessórios, um quiosque cheio de livros sobre dança e para finalizar, e não deixar você nem pensar em sair de lá de dentro, um palco com apresentações de vários estilos de dança quase o tempo todo. Bom, e o que falar da mostra competitiva... emocionante, é claro que fui assistir as apresentações de dança de rua, mas nesta mesma noite teve dança contemporânea, fiquei apaixonada! É claro que depois desta experiência, mesmo que tardia, não faltarei a mais nenhum festival. Vale a pena conferir.

Passos de dança trilham o futuro de jovens O Festival de Cinema de Gramado também permite que diferentes culturas e processos de integração entrem em contato. O projeto responsável por essa área é o Cine Social, que promove a socialização da cultura em regiões que apresentam um alto nível de violência. O estande do “Projeto Hip-Hop”, localizado nos pavilhões da ExpoGramado, mostra o trabalho do grupo “Expressão Ativa”, que está engajado nessa ação social através da dança de rua.



Em entrevista à Agência Experimental de Comunicação da Feevale, a coordenadora do projeto, Denise Foss, relatou que descobriu a possibilidade de realizar essa ação ao lecionar cultura afro em suas aulas de história. A partir desse momento, Denise descobriu que através do hip-hop poderia trabalhar a questão do preconceito e do respeito com o próximo. “Mesmo Gramado sendo uma cidade típica alemã e italiana, temos conseguido desenvolver um trabalho legal”, afirmou a coordenadora. O projeto ocorre em turno oposto ao horário da escola, o que tem incentivado os alunos a freqüentarem o colégio.


Denise Foss encerrou a entrevista contando que esse projeto já participa do Cine Social há três anos. O aprendizado não envolve apenas os passos de dança, mas, principalmente, passos que levam a um futuro melhor.

Break movimentando a cena hip hop em Cuiabá Como todos já sabem, durante todo mês de abril ta rolando a Agenda única do Hip Hop, e o Break foi o elemento da semana que rolou com muito Funk e Break Beat. Bairro Pedregal rolou workshop e no CPA I show com Street Breakers Crew de São Paulo.

A oficina, que foi a atração da Tarde Cultural, no Pedregal, atraiu a atenção de várias crews de Cuiabá, que puderam se aperfeiçoar, já que Street Breakers, é uma das crews mais conceituadas do pais (senão a mais). Passo de dança, não foi a única coisa que eles ensinaram, falaram um pouco da história do break, criadores dos passos, as influências latinas, da capoeira, do Kung Fù e do modismo na cena.

DeRolê, no domingo rolou com a já conhecida participação dos skatistas do bairro, jogo de basquete no lado e as apresentações de Break. D’Soul, foi à primeira crew a se apresentar com seu estilo street de dançar. A crew de sampa, a qual b.girls e b.boys já aguardavam desde o sábado quando participaram da oficina, se apresentou em seguida.

Agenda Única do Hip Hop que entre outros objetivos, intenta movimentar a cena hip hop em Cuiabá, esta só na metade, mas já se pode fazer uma pequena avaliação. No DeRolê, a falta de iluminação tanto no palco quanto no local atrasou a apresentação dos convidados, que começaria às 17 horas. Isso desqualifica a cena e decepciona quem foi lá para curtir.

Sentimos falta da participação mais efetiva da comunidade na Tarde Cultural, o que demonstra o quanto à organização hip hop local precisa se integrar mais a ela. Na verdade, o hip hop em Cuiabá, precisa se articular ainda mais para que as favelas como o Pedregal possam usufruir da cultura urbana.

O primeiro passo, que é o dialogo já foi dado, mas muito ainda há o que se movimentar e com responsabilidade, afinal a verba da Agenda Única é publica. (Essas são apenas observações de alguém que acredita no hip hop como opção para uma vida melhor!).

A cidade também dança Desde a sua criação, nos anos 80, o Festival de Dança deixou de limitar os espetáculos aos palcos. A edição que começa hoje continua a proposta de levar a dança para fora das cortinas de veludo vermelho e para mais perto do público em geral. Iniciativas que contribuem para levar o clima do evento às ruas permanecem, ainda que com alterações.

De 16 a 24 de julho, os grupos classificados para os Palcos Abertos têm apresentações marcadas em diferentes pontos de grande circulação da cidade. Boa parte deles vêm de São Paulo. Mas também há grupos do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais – além dos catarinenses, a maioria de Joinville. Os estilos variam. Vão de street dance, jazz, balé clássico, até uma grande diversidade de danças populares – da dança do ventre às com inspiração africana. Quase uma maratona para olhos e pés, quase 90 apresentações.

Bailarinas em busca de novos collants e sapatilhas de ponta,
dançarinos de break atrás
de CDs de hip hop, turistas que querem lembranças da cidade, camisetas oficiais e também um espaço para um lanche. Essa miscelânea se encontra até o último dia do festival na Feira da Sapatilha, o espaço comercial do festival.

Este ano serão cerca de 70 expositores no Expocentro Edmundo Doubrawa, ao lado do Centreventos. Alguns produtos serão apresentados num desfile em passarela. Repeteco da edição passada, mas com uma novidade: os (e as) modelos foram escolhidos numa seleção da qual a comunidade pôde participar.

Além da apresentação, os grupos que participam da Mostra de Dança Contemporânea irão oferecer workshops coreográficos durante o festival, entre os dias 17 e 24. Os temas variam entre os novos suportes da dança, como a videodança, a história da dança contemporânea e musicalidade corporal.

A São Paulo Companhia de Dança foi criada em janeiro de 2008. Além de “Serenade” e “Les Noces”, a companhia também já montou os espetáculos “Polígono”, do
coreógrafo italiano Alessio
Silvestrin, “Entreato”, do brasileiro Paulo Caldas, “Gnawa”, do espanhol Nacho Duato, e “Ballo”, obra inédita de Ricardo Scheir.

CIA DISCIPULOS DO RITMO A noite que dá início ao Festival de Dança, contará com a presença de duas companhias de dança de rua, a brasileira Discípulos do Ritmo e a francesa S’poart. É uma novidade ter esta categoria na abertura do Festival. Como o próprio nome diz, este gênero popular faz a dança nascer em todos, ser sentido por todos e esgotar rapidamente a bilheteria. É a democratização da dança!

Vale a pena conferir o Encontro das Ruas que acontecerá nos dias 18 e 19 de julho a partir das 13h no Colégio Estadual Germano Timmm. A coreografia é: Dance sem parar, solte o ritmo que há dentro de você!

Noites e dias em nome do movimento Talvez nem seja a intenção, mas o 27º Festival de Dança de Joinville põe lenha na fogueira de uma discussão antiga entre os críticos de arte: o que é popular e o que é erudito? Onde acaba um e termina o outro? Enquanto os especialistas debatem – muitas questões não têm resposta unânime – , o público procura o que é do seu gosto. Há quem lamente nunca ter visto dançar a bailarina clássica Ekaterina Maximova, do Teatro Bolshoi de Moscou. E os passos de rua a la James Brown também têm seus fãs.

Polêmicas à parte, são esses gregos e troianos que o festival pretende reunir no Centreventos Cau Hansen a partir de hoje. Os passos disciplinados e seculares do balé clássico terão tanto espaço quanto o ritmo de calças largas da dança de rua. No meio disso, um público rotativo que, se for repleto, deve ultrapassar mais de 53 mil espectadores, o número de ingressos postos à venda, sem contar os visitantes que percorrem apresentações em shoppings, praças e pontos culturais da cidade. Nos onze dias de
espetáculo, a
dança de rua terá muitas chances de mostrar por que hoje atrai um dos públicos mais numerosos deste evento. A novidade será a participação do street dance numa noite nobre do evento, a de abertura. Uma das mais procuradas do festival, a abertura terá hoje, pela primeira vez entre as atrações, companhias que focam suas bases na dança de rua, hip hop e outras referências urbanas.

Com dez anos de estudos, a paulistana Discípulos do Ritmo já rodou o mundo com o espetáculo de luzes e ritmo “Geometronomics”, criado pelo alemão Niels “Storm” Robitzky, e que abre o festival. A S’poart, companhia francesa de hip hop criada em meados da década de 90, fecha a noite de abertura com “In Vivo”. Sobre o palco, a dança de rua também está entre os estilos mais concorridos: em dois dias de competição, 40 grupos estão inscritos.

Outra proposta do festival, o Encontro das Ruas (uma série de batalhas entre dançarinos, cantores e artistas do universo hip hop) segue firme este ano, com mais
opções de estilos para os
participantes. É uma das atividades que vai levar a dança ao ar livre e sem fronteiras. Uma das etapas de inscrição dos grupos foi a postagem de um vídeo no site Youtube, em um canal criado especialmente para o Festival de Dança. A dança contemporânea, que conquistou espaço nas últimas edições, tem um espaço especial para as apresentações. A Mostra Contemporânea de Dança tem na lista nove companhias convidadas, que revelam um cenário que percorrei op Brasil de Norte a Sul.

Para contrapor tanta força urbana, a Noite de Gala, no dia 20, se rende à beleza sem retoques da dança clássica. A novíssima São Paulo Companhia de Dança apresenta duas coreografias importantes no repertório do balé moderno: “Les Noces”, da russa Bronislava Nijinska, e “Serenade”, de George Balanchine, bailarino russo naturalizado americano. Os dois espetáculos estrearam este ano. A dança clássica também será foco dos debates com expectativa de serem os mais acalorados nos seminários sobre a educação da dança. Quem pode
ensinar
balé, e como atuam, afinal, as franquias de famosas escolas, são duas perguntas que serão lançadas aos que se preocupam em pôr as indefinições da dança sobre a mesa. E, talvez, sobre o palco.

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