Março 2009
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Muitos dizem que o termo hip-hop foi criado em meados de 1968 por frika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, um deles estava na forma de transmitir a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dança popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip).

Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de New York, foi criado o B-Boying. O responsável por isso foi o Dj Kool Herc, que foi o maior de todos os Djs do Bronx.

A expressão B-Boying provavelmente originou-se da palavra africana “Boioing”, que significa “salto, pulo”, e foi usada na área do Rio Bronx (NYC) para descrever o estilo do salto que os B-Boys faziam.

B-Boying (que também significa Breaking) não deveria ser confundido com Popping e Locking, porque esses estilos da dança têm seus próprios termos, histórias e seus pioneiros.

Nos primeiros estágios esta dança era praticada “para cima, no alto”, o que é conhecido por “top rocking”. A estrutura e a forma do Top Rocking tiveram influência dos que praticavam a dança no Brooklyn, influência da salsa (como o rock latino), da dança afro-cubana, africana e americana. Há também um passo de top rock, criado por Charleston, chamado “Charlie Rock”. Outra principal influência e inspiração foi James Brow com seus hits "Popcorn" (1969) e "Get on the Good Foot" (1972). Inspirados por sua dança energética e quase acrobática as pessoas começaram a dançar “Good Foot”.

Assim que a tradição da batalha da dança ficou bem estabelecida nessa época, e como o Breaking começou também a se incorporar na cultura hip hop, tornou-se mais e mais uma dança que envolve o b-boy usando sua imaginação. Em conseqüência disso os “top rockers” estenderam seus repertórios através do footwork e freezes.

Os freezes eram usualmente usados no final de cada série de combinações ou para zoar e humilhar o oponente. Certos freezes eram também denominados como o segundo mais popular: “chair freeze” e “baby freeze“. O “chair freeze” foi fundamental para vários movimentos por causa do potencial que os b-boys precisavam ter para exercer este movimento.

O objetivo principal de uma batalha de break é vencer o oponente sendo mais criativo com séries de freezes e fazer movimentos mais rápidos e melhores. Isso também porque as crews desenvolvem seus movimentos e séries dando personalidade à dança para estarem preparados para a próxima batalha.

Origem do nome B-Boy

B-Boy = Abreviação para “Break Boy”, “Beat Boy” ou “Bronx Boy”.

A palavra B-Boy foi primeiramente usada pelo DJ jamaicano radicado nos Estados Unidos, Kool Herc. Ele deu esse nome a todos os dançarinos do início dos anos 70, e “B-Boy” passou a ser uma designação a um grupo de elite de dançarinos que participavam nas festas organizadas por ele.

B-Boying é o estilo de dança dos B-Boys, também conhecido como Breakin’.

A mídia propôs um conceito errado sobre Breaking: o conceito de que a dança era usada pelas gangues, que dançavam ao invés de brigarem. Porém, isso não é verdade, pois nos rachas (battles) de Breakin havia tumulto e aconteciam várias brigas por causa dessas batalhas de B-Boys.

Seletiva para entrar no Grupo Soul Feeling Opa!!! Pessoal, estamos realizando uma seletiva pra admitir novos bailarinos no Grupo Soul Feeling!!! Cultura, informação, entretenimento e EDUCAÇÃO aliados à dança.

Pra fazer a seletiva você deve:


•ter no mínimo 14 anos;
•querer realmente dançar, pois não é necessario ter experiência com dança;
•comparecer com antecedência no local, para cadastramento dos candidatos.

Pela parte da manhã, faremos o cadastramento dos candidatos e apresentação do sistema de trabalho do grupo; pela tarde (término indeterminado) ocorrerá todo processo de seleção.

PRESENÇA OBRIGATÓRIA DURANTE AS DUAS ETAPAS!!!

Local: Central do Estudante
Data: 29 de agosto de 2009 (Sábado)
Início: 9h (atrasos não serão tolerados)
Santo Ângelo - RS

Maiores informações:
Airon - 9646-2041 - airon.sf@hotmail.com/aironbrk@hotmail.com
MSN/E-Mail: soul_feeling@hotmail.com
Grupo Soul Feeling de Dança de Rua

Apoio: Central do Estudante
Patrocínio: Benirrana Street Clothing

Street Breakers Crew A crews de breakers existe a 19 anos é um dos grandes grupos do cenário do hip hop nacional. È um dos grupos mais antigos na atividade e em seu trabalho mescla a nova e velha escola. O grupo é formado por uma B.Girl e 04 B.Boys.

Street Break segue as ideologias da cultura urbana, na qual esta inserida, logo não poderia ser apenas mais um grupo de pessoas que dançam. A galera realiza oficinas, projetos sociais em São Paulo, além de eventos que intentam a formação de público. No sentido de profissionalização da arte o grupo faz também consultoria para mídia especializada.

O que importa para a Street Breaker Crew não é aparecer comercialmente e sim trabalhar para a continuidade do Hip-Hop nacional, evoluindo sem se prostituir e garantindo espaço para as boas iniciativas.

Nesse final de semana a crew se apresenta em Cuiabá, na Tarde Cultural, que rola no Bairro Pedregal, a partir das 17 horas. Tarde Cultural é promovida pelo coletivo Labirintus que deseja interagir os grupos de rap do bairro, segundo o coordenador e produtor do coletivo Batman.


Confira o trabalhos dos caras em http://sbcrew.fotoblog.uol.com.br/

1ª Batalha de Breaking de Itajubá No próximo sábado, dia 16 de maio, a partir das 9h, a Praça Getúlio Vargas estará animada com a 1ª Batalha de Breaking de Itajubá.

A dança vem sendo difundida na cidade desde de 2005 e vem, cada vez mais, ganhando novos adeptos. Devido ao grande interesse da garotada pela modalidade, o praticante Wilber B. Boy Bomba em parceria com a loja Estylo de Rua resolveram promover este campeonato, para que a população itajubense conheça e valorize a cultura de rua.

Os interessados em participar do evento deverão se inscrever antecipadamente no local e, será cobrada uma taxa de R$ 15,00 por trio. As categorias serão: Infantil (até 14 anos) e Livre.

Haverá a participação dos atletas B. Boy Negão e B. Boy Marcelinho da Crew S.A.M.B. A de Campinas-SP. Ao final do evento, todos os participantes receberão mudas de árvores como certificado. O evento tem o apoio do Município de Itajubá, através das Secretarias de Meio Ambiente, Cultura e Comunicação.

VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa Dias 27 e 28 de setembro no Teatro de Arena da FUNESC teremos mais uma edição do Encontro de Dança de Rua, realizado pelo Coletivo Tribo Éthnos, que comemora dezoito anos de existência.



Realizados pelo Coletivo Tribo Éthnos, grupo que desde suas origens e antes delas tem trabalhado a cultura Hip-Hop como um dos seus elementos, os Encontros de Dança de Rua em João Pessoa foram nos últimos três anos, a maior referência na área e um espaço muito importante para divulgar e difundir esta modalidade de dança em toda a Paraíba e fora dela. Grupos do interior da Paraíba, das capitais como Recife, Natal e Fortaleza já se fizeram presente e muitos outros grupos de todo o Brasil têm mostrado interesse em participar do evento.

Veiculados no canal de vídeos mais importante da Internet, o Youtube, os vídeos dos três primeiros encontros chegaram atingir a marca de mais de 100.000 visitantes, mostrando o grande crescimento que a dança de rua está tendo no Brasil, seguindo a tendência do mundo inteiro que já há muitos anos assumiu a dança de rua como uma das expressões artísticas mais importantes da contemporaneidade, organizando grandes eventos como o International Battle of The Year na Alemanha (com edições nacionais em vários países como Coréia do Sul, Japão, Espanha, Itália, França, China, Taiwan, Israel, Tailândia etc., e no Brasil com uma edição ano passado e uma agora em agosto de 2008), o R16 na Coréia do Sul, o Juste Debout, Chelles Battle Pro, Total Session, Dance Delight e outros na França, o Freestyle Session em vários países e mais recentemente o Red Bull BC One que acontece todo ano em um país diferente (no Brasil aconteceu em 2006 em São Paulo, Capital).

Tudo isso evidenciando as danças como Locking, Popping e Breaking (o tripé do que comumente se chama dança de rua original) como verdadeiros fenômenos culturais que teve suas origens nas periferias dos EUA, mas que ganhou as periferias de todo mundo e chegando às grandes Cias de dança contemporânea, grandes casas de espetáculo, teatros, cinema, documentários, textos acadêmicos, enfim, todos os espaços (ganhando premiações em festivais e revelando uma nova leva de artistas antes desconsiderados pelo Mainstream) e trazendo à tona a grande importância da cultura Hip-Hop como linguagem renovadora e transformadora das culturas juvenis e das artes nos últimos anos.

Acreditando nisso tudo e na busca por parcerias cada vez mais promissoras e na possibilidade de fazer crescer cada vez mais este evento e torná-lo parte importante do calendário cultural de João Pessoa e colocar definitivamente a Paraíba na cena da dança de rua em todo o Brasil, estamos trabalhando desde dezembro do ano passado para fazer o VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa que acontecerá em setembro deste ano firmando uma parceria com a Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (FUNESC).

Desta vez ao invés de apenas um dia, o evento acontecerá em dois, sendo o primeiro dia destinado a realização de um seminário pela manhã às 9:00h com o tema: “Conceitos e origens da dança de rua” por MC e DJ Spider (um dos pioneiros da Cultura Hip-Hop em Pernambuco), B-boy Pacheco da velha escola (Recife City Breakers/PE) e Vant (Coletivo Tribo Éthnos, um dos pioneiros da Cultura Hip-Hop em João Pessoa). As apresentações dos grupos com suas coreografias começam às 15:00h e vai até às 22:00h do sábado e o segundo dia no domingo será destinado para as Batalhas de Breaking, Funky Styles (Locking e Popping) e outros estilos no formato Battle All Styles (“Batalha de Todos os Estilos”) e no sistema All Battle All (“Todos contra Todos”, onde não rola premiação e sim celebração, ninguém perde, todos ganham) das 14:00h até às 22:00h. Em ambos os dias haverá um intervalo de uma hora e meia para não perturbar a realização da missa na igreja católica ali perto do Teatro de Arena.

A MC Kalyne Lima (dos grupos Afronordestinas e Realidade Crua) foi convidada para fazer o Hosted juntamente com Vant (serão os anfitriões). O Djing/Turntablism (a arte da discotecagem) ficam por conta dos DJ’s Spider e Beto de Recife (PE) e DJ Guirraíz de João Pessoa. As bailarinas da Cia Lunay de Dança de Ventre e Estilo Tribal sob a direção de Kilma Farias farão uma performance especial no dia 27.

Os Grupos participantes do VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa são:

Klose Dancers (Alagoa Grande/PB), Recife City Breakers (PE), Recife Force Crew (PE), Zona Norte Break (Recife/PE), Nação Break (Recife/PE), Break Panic Crew (Recife/PE), N'Face Street Dance (Alagoa Nova/PB), Turma do Bairro, Things Of Street, ADM Crew, 1ª Fórmula Break Art's Crew, Tribo Éthnos e Jovem Tribo, Nino Brown e Dancin' Days (João Pessao/PB), HipHop Free Style (Cabedelo/PB), Black Power New (Mamanguape/PB), Krazy Dance (Areia/PB), Back Street Dance (Picuí/PB), The Titãs Crew (Gurinhém/PB), Vivarte The Boys (Remígio/PB), B-boys Fênix (Sapé/PB), Power Move Crew (Campina Grande/PB), Dance Charme (Campina Grande/PB), B-boys Crazy of Dance (Campina Grande/PB), Challenge Style Crew (Natal/RN), Ceará Bboyz King (Fortaleza/CE), C.F.B. Girls (Salvador/BA), MS Force Break (Campo Grande/MS).

Para ver os vídeos do I, II e III Encontro convidamos a uma visita nos canais da Tribo Éthnos:

Site: www.triboethnos.org

Orkut da Tribo Éthnos:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10949916177789404566

Orkut dos Encontros de Dança de Rua em João Pessoa:
http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx?hl=pt-BR&tab=w0

VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa Dias 27 e 28 de setembro no Teatro de Arena da FUNESC teremos mais uma edição do Encontro de Dança de Rua, realizado pelo Coletivo Tribo Éthnos, que comemora dezoito anos de existência.



Realizados pelo Coletivo Tribo Éthnos, grupo que desde suas origens e antes delas tem trabalhado a cultura Hip-Hop como um dos seus elementos, os Encontros de Dança de Rua em João Pessoa foram nos últimos três anos, a maior referência na área e um espaço muito importante para divulgar e difundir esta modalidade de dança em toda a Paraíba e fora dela. Grupos do interior da Paraíba, das capitais como Recife, Natal e Fortaleza já se fizeram presente e muitos outros grupos de todo o Brasil têm mostrado interesse em participar do evento.

Veiculados no canal de vídeos mais importante da Internet, o Youtube, os vídeos dos três primeiros encontros chegaram atingir a marca de mais de 100.000 visitantes, mostrando o grande crescimento que a dança de rua está tendo no Brasil, seguindo a tendência do mundo inteiro que já há muitos anos assumiu a dança de rua como uma das expressões artísticas mais importantes da contemporaneidade, organizando grandes eventos como o International Battle of The Year na Alemanha (com edições nacionais em vários países como Coréia do Sul, Japão, Espanha, Itália, França, China, Taiwan, Israel, Tailândia etc., e no Brasil com uma edição ano passado e uma agora em agosto de 2008), o R16 na Coréia do Sul, o Juste Debout, Chelles Battle Pro, Total Session, Dance Delight e outros na França, o Freestyle Session em vários países e mais recentemente o Red Bull BC One que acontece todo ano em um país diferente (no Brasil aconteceu em 2006 em São Paulo, Capital).

Tudo isso evidenciando as danças como Locking, Popping e Breaking (o tripé do que comumente se chama dança de rua original) como verdadeiros fenômenos culturais que teve suas origens nas periferias dos EUA, mas que ganhou as periferias de todo mundo e chegando às grandes Cias de dança contemporânea, grandes casas de espetáculo, teatros, cinema, documentários, textos acadêmicos, enfim, todos os espaços (ganhando premiações em festivais e revelando uma nova leva de artistas antes desconsiderados pelo Mainstream) e trazendo à tona a grande importância da cultura Hip-Hop como linguagem renovadora e transformadora das culturas juvenis e das artes nos últimos anos.

Acreditando nisso tudo e na busca por parcerias cada vez mais promissoras e na possibilidade de fazer crescer cada vez mais este evento e torná-lo parte importante do calendário cultural de João Pessoa e colocar definitivamente a Paraíba na cena da dança de rua em todo o Brasil, estamos trabalhando desde dezembro do ano passado para fazer o VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa que acontecerá em setembro deste ano firmando uma parceria com a Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (FUNESC).

Desta vez ao invés de apenas um dia, o evento acontecerá em dois, sendo o primeiro dia destinado a realização de um seminário pela manhã às 9:00h com o tema: “Conceitos e origens da dança de rua” por MC e DJ Spider (um dos pioneiros da Cultura Hip-Hop em Pernambuco), B-boy Pacheco da velha escola (Recife City Breakers/PE) e Vant (Coletivo Tribo Éthnos, um dos pioneiros da Cultura Hip-Hop em João Pessoa). As apresentações dos grupos com suas coreografias começam às 15:00h e vai até às 22:00h do sábado e o segundo dia no domingo será destinado para as Batalhas de Breaking, Funky Styles (Locking e Popping) e outros estilos no formato Battle All Styles (“Batalha de Todos os Estilos”) e no sistema All Battle All (“Todos contra Todos”, onde não rola premiação e sim celebração, ninguém perde, todos ganham) das 14:00h até às 22:00h. Em ambos os dias haverá um intervalo de uma hora e meia para não perturbar a realização da missa na igreja católica ali perto do Teatro de Arena.

A MC Kalyne Lima (dos grupos Afronordestinas e Realidade Crua) foi convidada para fazer o Hosted juntamente com Vant (serão os anfitriões). O Djing/Turntablism (a arte da discotecagem) ficam por conta dos DJ’s Spider e Beto de Recife (PE) e DJ Guirraíz de João Pessoa. As bailarinas da Cia Lunay de Dança de Ventre e Estilo Tribal sob a direção de Kilma Farias farão uma performance especial no dia 27.

Os Grupos participantes do VII Encontro de Dança de Rua em João Pessoa são:

Klose Dancers (Alagoa Grande/PB), Recife City Breakers (PE), Recife Force Crew (PE), Zona Norte Break (Recife/PE), Nação Break (Recife/PE), Break Panic Crew (Recife/PE), N'Face Street Dance (Alagoa Nova/PB), Turma do Bairro, Things Of Street, ADM Crew, 1ª Fórmula Break Art's Crew, Tribo Éthnos e Jovem Tribo, Nino Brown e Dancin' Days (João Pessao/PB), HipHop Free Style (Cabedelo/PB), Black Power New (Mamanguape/PB), Krazy Dance (Areia/PB), Back Street Dance (Picuí/PB), The Titãs Crew (Gurinhém/PB), Vivarte The Boys (Remígio/PB), B-boys Fênix (Sapé/PB), Power Move Crew (Campina Grande/PB), Dance Charme (Campina Grande/PB), B-boys Crazy of Dance (Campina Grande/PB), Challenge Style Crew (Natal/RN), Ceará Bboyz King (Fortaleza/CE), C.F.B. Girls (Salvador/BA), MS Force Break (Campo Grande/MS).

Para ver os vídeos do I, II e III Encontro convidamos a uma visita nos canais da Tribo Éthnos:

Site: www.triboethnos.org

Orkut da Tribo Éthnos:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10949916177789404566

Orkut dos Encontros de Dança de Rua em João Pessoa:
http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx?hl=pt-BR&tab=w0

DANÇA DE RUA BRASIL Temos recebido inúmeros telefonemas, cartas e e-mails, perguntando qual o motivo do DRB não ter sido convidado para a edição deste ano. A mesma questão ocorreu no ano passado.

Temos respondido que não sabemos o motivo, tendo em vista que ninguém da direção do festival se manifestou a este respeito.


Muito se tem especulado em relação ao Dança de Rua do Brasil e da modalidade Street Dance, nos festivais de dança.


De 1993 até 1998, o DRB participou do festival de Joinville disputando as premiações. O grupo ganhou todos os prêmios possíveis, inclusive premiações em dinheiro.


De elogios às críticas, tudo se falou sobre esses méritos quanto às premiações, tendo inclusive críticos que não consideram a dança de rua digna de se apresentar no festival.


Quem acompanhou a história do Dança de Rua do Brasil, sabe o quanto foi difícil a trajetória do grupo, desde a sua estréia ainda na modalidade de jazz em Joinville, tendo provocado tamanha polêmica por dois anos (93 e 94), que no ano seguinte foi criada a modalidade de street no festival.


Neste ano, o movimento de street dance cresceu tanto, a ponto de Santa Catarina e todo o sul do país terem centenas de grupos desta modalidade, visto a participação destes grupos nos festivais de Bento Gonçalves, Porto Alegre em Dança, Mostra de Florianópolis, Santa Maria em Dança, Festival de Camboriú, Itajaí, Navegantes e outros.


De todas as noites competitivas, as noites de street, sempre foram as mais procuradas, tendo os seus ingressos muitas vezes esgotados.


Em conseqüência deste sucesso o Dança de Rua do Brasil, se profissionalizou em 1999, tendo sido convidado para a noite de gala do festival. Isso já foi uma decorrência das mudanças do festival que passaram a não contar mais com grupos convidados por noite e sim somente nas galas, o que vem provocando enorme descontentamento visto o critério pouco claro para os convites aos grupos (quem viu a Cia. de Contemporâneo de Moscou, sabe do que estou falando).


O Dança de Rua do Brasil, sempre gostou do festival e da cidade de Joinville. Acredita na repercussão do festival, tendo conseguido se profissionalizar, por causa do seu trabalho e da divulgação do mesmo através do festival.
É defensor da modalidade nos festivais em todo país, e tem como filosofia ampliar os limites desta dança, apoiando que a direção do festival convide outros grupos que possam representar a modalidade com brilho e profissionalismo.


O movimento Dança de Rua do Brasil, começou em Santos, sendo um projeto com enorme apelo social, visto que os seus participantes originam-se das camadas menos favorecidas da sociedade. Através da dança, um enorme número de participantes, se profissionalizaram, tendo o movimento, hoje integrantes em quase todos os cantos do país.


O acerto desta política pode ser sentido até nas Febens de São Paulo, onde o consagrado grupo de ballet Stagium ministra aulas de street para os internos dessas unidades.

A Dança de Rua já é um movimento consolidado, e independente da opinião elitista de alguns críticos e políticos, que ainda procuram desenvolver o social criando escolas de balés acadêmicos, mascarando projetos de fins pessoais com projetos sociais.

O movimento irá continuar a crescer e dar cidadania às pessoas excluídas do grande baile.
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O GRAFFITI

O graffiti em si não há uma citação na história do hip hop onde ele começou primeiro, ou de que forma foram criadas letras e formas de se desenhar, mas há quem diga que ele foi o primeiro elemento a se formado. Naquela época gangues disputavam demarcando becos, muros e trens com seus nomes. Aos poucos a demarcação foi tomando segundo plano para uma verdadeira e nova forma de expressão artística, onde garotos com seus elementos futuristas ditavam novos estilos com o bico do ‘spray’ (nuts).
A influência latina é algo que podemos dizer que existe muito forte em todo trabalho...pois os maiores artistas veêm de países como, Colombia, Porto Rico e Bolívia...dos vários artistas do graffiti mundial citamos, Ramon Herrera, Lee Quiñones, Miguel"paco paco"Ramirez, Sandra "lady pink" Fabara, Futura, entre vários outros...








CREWS DE GRAFITTEARTE REVOLUCINARIA DO GUETO

NOVA GERAÇÃO
D2A
FORÇA ATIVA CREW

A luta pela inclusão social e pela cidadania é diária entre os jovens das periferias de todo o país e no Maranhão não é diferente. Saúde, educação, esporte, lazer e cultura são direitos que, para a grande maioria da população, se tornam luxo, ante a necessidade pela sobrevivência. Cansados deste quadro ridículo que toma conta de todo o país, jovens de diversas favelas do Rio de Janeiro uniram-se e, em 1999, fundaram a Central Única das Favelas (Cufa), uma organização reconhecida internacionalmente e que funciona como um pólo de produção cultural e de distribuição de oportunidades para jovens das favelas e periferias de 19 estados brasileiros.
O que o Maranhão tem a ver com isso? É que em novembro de 2006 a Cufa chegou por aqui e, desde então, tem contribuído para modificar positivamente a vida de centenas dos nossos jovens, antes sem acesso aos direitos básicos mencionados acima.
Em menos de três anos, a Cufa conseguiu fazer em São Luís o que os órgãos culturais do município e do estado deveriam fazer frequentemente e não fazem: capacitar jovens através de projetos e ações culturais, nas áreas de dança, música e audiovisual. Os resultados? Os melhores possíveis, desde a formação de professores e cineastas, até premiações em festivais de outros estados, como Piauí e Pará. Além de São Luís, a Cufa também está presente nos municípios de Raposa, Coroatá, Caxias, Balsas e está sendo implantada em Imperatriz.
O coordenador cultural da Cufa-MA, Billy Black, conta que, hoje, as ações da organização estão presentes em três bairros da periferia de São Luís: Vicente Fialho, Parque Vitória e Divinéia. Ali, os moradores escolhem o que querem da Cufa. Hoje, são ministradas, regularmente, oficinas de DJ, break, grafite, rap, dança de rua, dança de salão e balé, com a maioria dos professores voluntários e um amplo intercâmbio entre todas estas atividades. O esforço dos alunos é tão grande que já rendeu alguns prêmios. O grupo Guerrilha Maranhão, formado por alunos das oficinas de dança de rua e break, é composto por 15 jovens e este ano ficou em 3º lugar no Festival de Dança de Belém. No ano passado, eles conquistaram o primeiro lugar no Festival de Dança de Teresina e agora estão à espera da realização da IV Semana de Dança do Maranhão.
Inara Rodrigues Da equipe de O Imparcial

Uprocking, como um estilo da dança próprio, nunca ganhou a mesma popularidade difundida que breaking, à exceção de alguns movimentos muito específicos adotados pelos breakers que a usam como uma variação para seu toprock. Quando usados em uma batalha de break, os oponentes normalmente respondem executando os movimentos similares do uprock, criando uma pequena batalha de uprock.
Originalmente o uprocking foi um estilo de dança separado, que não se misturava com breaking. Os movimentos de uprock executados pelos breakers hoje em dia não são os movimentos originais, e sim parecidos, que demonstram somente uma pequena parte do estilo original do uprocking.
Uprocking é uma forma original da dança de rua que é feita à alma e à música do funk. Frequentemente confundido como a parte do movimento breaking, o uprocking desenvolveu-se separadamente, embora foi adaptado mais tarde nas apresentações de b-boys e b-girls. Uma combinação do freestyle, “jerks” e “burns”, é uma dança fortemente competitiva.
Uprocking pode ter sido um vestígio da seção de Bushwick do Brooklyn, entre 1967 e 1968. Entre as gangs que prevaleciam na vizinhança, dois homens, “Rubberband Man" e "Apache" optaram por sair do perigoso círculo de amigos e entregar-se a paixão pela dança. Vistos dançando pelos cantos nas ruas, eles se baseavam nos passos de Fred Astaire, Gene Kelly, Salsa, e mais tarde, Hustle para criar um estilo da dança que caracterizasse voltas, rotações, movimentos de freestyle, movimentos repentinos do corpo, gestos com a mão, mais tarde conhecidos como Burns.
No início dos anos 70, o Uprocking se espalhou e fez parte da cultura popular. Antes deste tempo, a dança era conhecida apenas por “Rocking”. Mas como alcançou um maior número de jovens, as competições de Rock eram frequentemente confundidas como competições de música. Logo, o “Uprocking” tornou-se o termo aceitado. Crazy Rob organizou as primeiras competições de crews de Uprocking. Em 1980, Brooklyn realizou uma competição para o título do rei do Uprock. Todos os grupos compareceram e a batalha foi ganha por Ralph Casanova, conhecido ainda hoje como o rei Uprock.
A Dança e a Batalha
Ao contrário de como o uprock é utilizado no breaking, Uprocking é executado durante toda a música. A dança por si só foca o estilo livre e o profundo conhecimento da música. Os movimentos devem ser sempre sincronizados com a música. Durante as batidas na música “jerks” e “burns” são executados. Esses movimentos imitam uma ação violenta ou ameaçadora, mas nenhum contato físico é permitido e um dançarino experiente sabe disso.
Enquanto muitas outras batalhas de dança aconteciam num círculo, as competições de Uprocking ocorriam em uma formação conhecida como “linha de Apache” (Apache Line). Na linha de Apache, dois grupos ou indivíduos oponentes enfrentam-se na batalha. Um Rocker pode “bater” no ombro de outro Rocker para permitir que um novo membro participe no conflito. Quando duas crews oponentes batalham, os Rockers devem permanecer na linha, mas podem mover-se. O rocker ou a crew que melhor usam e aproveitam a música ganham a batalha. As linhas de Apache são usadas também para iniciar um Uprocker novo no grupo. O membro novo deve batalhar com todos na linha.
Os Altos e Baixos
Na metade dos anos 80, as crews de breaking começaram a ganhar popularidade com a nova geração, e os b-boys começaram a incorporar o Uprock. Enquanto isso os Uprockers originais estavam se estabelecendo nas suas vidas profissionais e familiares, ou estavam aprimorando mais a sua batida. Em conseqüência, o Uprocking tornou-se mais obsoleto. Uprocking apareceu ainda, entretanto, na forma modificada. O Toprocking incorporou-se ao breaking, mas a tradição original do Uprock tornou-se temporariamente inativa e impraticável.
Nos anos 90, entretanto, um B-boy conhecido como Numbers começou a buscar algum Uprocker original e a rever suas técnicas. Sua busca, que durou diversos anos, culminou quando podia finalmente convidar o rei do Uprock a uma competição de B-boy na Florida. A presença do rei do Uprock dispertou um interesse em Uprocking e, lentamente, foram se formando crews nacionais e internacionais que se dedicaram à preservação desta dança.

Uprocking, como um estilo da dança próprio, nunca ganhou a mesma popularidade difundida que breaking, à exceção de alguns movimentos muito específicos adotados pelos breakers que a usam como uma variação para seu toprock. Quando usados em uma batalha de break, os oponentes normalmente respondem executando os movimentos similares do uprock, criando uma pequena batalha de uprock.
Originalmente o uprocking foi um estilo de dança separado, que não se misturava com breaking. Os movimentos de uprock executados pelos breakers hoje em dia não são os movimentos originais, e sim parecidos, que demonstram somente uma pequena parte do estilo original do uprocking.
Uprocking é uma forma original da dança de rua que é feita à alma e à música do funk. Frequentemente confundido como a parte do movimento breaking, o uprocking desenvolveu-se separadamente, embora foi adaptado mais tarde nas apresentações de b-boys e b-girls. Uma combinação do freestyle, “jerks” e “burns”, é uma dança fortemente competitiva.
Uprocking pode ter sido um vestígio da seção de Bushwick do Brooklyn, entre 1967 e 1968. Entre as gangs que prevaleciam na vizinhança, dois homens, “Rubberband Man" e "Apache" optaram por sair do perigoso círculo de amigos e entregar-se a paixão pela dança. Vistos dançando pelos cantos nas ruas, eles se baseavam nos passos de Fred Astaire, Gene Kelly, Salsa, e mais tarde, Hustle para criar um estilo da dança que caracterizasse voltas, rotações, movimentos de freestyle, movimentos repentinos do corpo, gestos com a mão, mais tarde conhecidos como Burns.
No início dos anos 70, o Uprocking se espalhou e fez parte da cultura popular. Antes deste tempo, a dança era conhecida apenas por “Rocking”. Mas como alcançou um maior número de jovens, as competições de Rock eram frequentemente confundidas como competições de música. Logo, o “Uprocking” tornou-se o termo aceitado. Crazy Rob organizou as primeiras competições de crews de Uprocking. Em 1980, Brooklyn realizou uma competição para o título do rei do Uprock. Todos os grupos compareceram e a batalha foi ganha por Ralph Casanova, conhecido ainda hoje como o rei Uprock.
A Dança e a Batalha
Ao contrário de como o uprock é utilizado no breaking, Uprocking é executado durante toda a música. A dança por si só foca o estilo livre e o profundo conhecimento da música. Os movimentos devem ser sempre sincronizados com a música. Durante as batidas na música “jerks” e “burns” são executados. Esses movimentos imitam uma ação violenta ou ameaçadora, mas nenhum contato físico é permitido e um dançarino experiente sabe disso.
Enquanto muitas outras batalhas de dança aconteciam num círculo, as competições de Uprocking ocorriam em uma formação conhecida como “linha de Apache” (Apache Line). Na linha de Apache, dois grupos ou indivíduos oponentes enfrentam-se na batalha. Um Rocker pode “bater” no ombro de outro Rocker para permitir que um novo membro participe no conflito. Quando duas crews oponentes batalham, os Rockers devem permanecer na linha, mas podem mover-se. O rocker ou a crew que melhor usam e aproveitam a música ganham a batalha. As linhas de Apache são usadas também para iniciar um Uprocker novo no grupo. O membro novo deve batalhar com todos na linha.
Os Altos e Baixos
Na metade dos anos 80, as crews de breaking começaram a ganhar popularidade com a nova geração, e os b-boys começaram a incorporar o Uprock. Enquanto isso os Uprockers originais estavam se estabelecendo nas suas vidas profissionais e familiares, ou estavam aprimorando mais a sua batida. Em conseqüência, o Uprocking tornou-se mais obsoleto. Uprocking apareceu ainda, entretanto, na forma modificada. O Toprocking incorporou-se ao breaking, mas a tradição original do Uprock tornou-se temporariamente inativa e impraticável.
Nos anos 90, entretanto, um B-boy conhecido como Numbers começou a buscar algum Uprocker original e a rever suas técnicas. Sua busca, que durou diversos anos, culminou quando podia finalmente convidar o rei do Uprock a uma competição de B-boy na Florida. A presença do rei do Uprock dispertou um interesse em Uprocking e, lentamente, foram se formando crews nacionais e internacionais que se dedicaram à preservação desta dança.

O freestyle é influenciado fortemente pela cultura latino americana. O freestyle originou em New York no início dos anos 80. Continua sendo produzido hoje em dia com bastante popularidade. A música surgiu primeiramente em New York City e em Miami em meados dos anos 80. Espalhou-se eventualmente a muitas outras cidades com populações latino-americanas. Inicialmente, era uma fusão dos estilos vocais encontrados na música disco dos anos 70 com a instrumentação sintética do eletro dos anos 80. Nos anos 90, as influências do eletro e do hip hop foram suplantadas pelo house dance. As pessoas escutavam Shannon como a primeira trilha do freestyle. A canção foi produzida por Chris Barbosa, um Latino de New York City. Barbosa mudou e refinou o som do funk e do eletro, adicionando os ritmos latinos americanos. Este som novo, emocionante rejuvenesceu o funk, a alma e a cena do hip hop em New York City. Quando a maioria dos clubes da vizinhança fechava suas portas, alguns clubes de Manhattan estavam prosperando de repente. Músicas como "Play At Your Own Risk" de Planet Patrol, "One More Shot" de C Bank, "Al-Naafiyish (The Soul)" de Hashim, e "I.O.U." de Freeez tornaram-se as batidas do momento. Kraftwerk ("Numbers") e New Order ("Confusion," "State of the Nation") inspiraram o som original do freestyle e responderam-lhe então incorporando determinados elementos do freestyle em suas próprias produções. Outros produtores em torno do mundo começaram logo a reproduzir o som. Sons como "Let Me Be the One" de Safire, "I Remember What You Like" de Jenny Burton, "Running" de Information Society, e "Give Me Tonight" de Shannon vinham da rádio de New York. Muitos dos artistas originais do freestyle - e o DJs que tocavam a música, tais como Jellybean, Tony Torres, Raul Soto e Roman Ricardo - eram Latinos ou do descendência italiana. Esta era uma razão porque o estilo veio ser muito popular entre americanos latino-americanos, especial na área de New York City. Naturalmente, os dançarinos e os produtores associados com o estilo vieram em torno do mundo. Por exemplo, o notável hit de Information Society "Running", foi escrito por Murat Konar, que é descendente de turco, e produzido por uma banda que era de descendência escandinava. Dois outros artistas populares de Freestyle, Freeez e Samantha Fox, eram de descendência britânica. O freestyle latino também toca na comunidade asiática. O freestyle transformou-se mais do que algo latino, ele se transformou em um instrumento para unir os amantes de música e de dança de todas as nacionalidades




Freestyle Session

O freestyle é influenciado fortemente pela cultura latino americana. O freestyle originou em New York no início dos anos 80. Continua sendo produzido hoje em dia com bastante popularidade. A música surgiu primeiramente em New York City e em Miami em meados dos anos 80. Espalhou-se eventualmente a muitas outras cidades com populações latino-americanas. Inicialmente, era uma fusão dos estilos vocais encontrados na música disco dos anos 70 com a instrumentação sintética do eletro dos anos 80. Nos anos 90, as influências do eletro e do hip hop foram suplantadas pelo house dance. As pessoas escutavam Shannon como a primeira trilha do freestyle. A canção foi produzida por Chris Barbosa, um Latino de New York City. Barbosa mudou e refinou o som do funk e do eletro, adicionando os ritmos latinos americanos. Este som novo, emocionante rejuvenesceu o funk, a alma e a cena do hip hop em New York City. Quando a maioria dos clubes da vizinhança fechava suas portas, alguns clubes de Manhattan estavam prosperando de repente. Músicas como "Play At Your Own Risk" de Planet Patrol, "One More Shot" de C Bank, "Al-Naafiyish (The Soul)" de Hashim, e "I.O.U." de Freeez tornaram-se as batidas do momento. Kraftwerk ("Numbers") e New Order ("Confusion," "State of the Nation") inspiraram o som original do freestyle e responderam-lhe então incorporando determinados elementos do freestyle em suas próprias produções. Outros produtores em torno do mundo começaram logo a reproduzir o som. Sons como "Let Me Be the One" de Safire, "I Remember What You Like" de Jenny Burton, "Running" de Information Society, e "Give Me Tonight" de Shannon vinham da rádio de New York. Muitos dos artistas originais do freestyle - e o DJs que tocavam a música, tais como Jellybean, Tony Torres, Raul Soto e Roman Ricardo - eram Latinos ou do descendência italiana. Esta era uma razão porque o estilo veio ser muito popular entre americanos latino-americanos, especial na área de New York City. Naturalmente, os dançarinos e os produtores associados com o estilo vieram em torno do mundo. Por exemplo, o notável hit de Information Society "Running", foi escrito por Murat Konar, que é descendente de turco, e produzido por uma banda que era de descendência escandinava. Dois outros artistas populares de Freestyle, Freeez e Samantha Fox, eram de descendência britânica. O freestyle latino também toca na comunidade asiática. O freestyle transformou-se mais do que algo latino, ele se transformou em um instrumento para unir os amantes de música e de dança de todas as nacionalidades




Freestyle Session

Muitos dizem que o termo hip-hop foi criado em meados de 1968 por frika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, um deles estava na forma de transmitir a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dança popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip).
Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de New York, foi criado o B-Boying. O responsável por isso foi o Dj Kool Herc, que foi o maior de todos os Djs do Bronx.
A expressão B-Boying provavelmente originou-se da palavra africana “Boioing”, que significa “salto, pulo”, e foi usada na área do Rio Bronx (NYC) para descrever o estilo do salto que os B-Boys faziam.
B-Boying (que também significa Breaking) não deveria ser confundido com Popping e Locking, porque esses estilos da dança têm seus próprios termos, histórias e seus pioneiros.
Nos primeiros estágios esta dança era praticada “para cima, no alto”, o que é conhecido por “top rocking”. A estrutura e a forma do Top Rocking tiveram influência dos que praticavam a dança no Brooklyn, influência da salsa (como o rock latino), da dança afro-cubana, africana e americana. Há também um passo de top rock, criado por Charleston, chamado “Charlie Rock”. Outra principal influência e inspiração foi James Brow com seus hits "Popcorn" (1969) e "Get on the Good Foot" (1972). Inspirados por sua dança energética e quase acrobática as pessoas começaram a dançar “Good Foot”.
Assim que a tradição da batalha da dança ficou bem estabelecida nessa época, e como o Breaking começou também a se incorporar na cultura hip hop, tornou-se mais e mais uma dança que envolve o b-boy usando sua imaginação. Em conseqüência disso os “top rockers” estenderam seus repertórios através do footwork e freezes.
Os freezes eram usualmente usados no final de cada série de combinações ou para zoar e humilhar o oponente. Certos freezes eram também denominados como o segundo mais popular: “chair freeze” e “baby freeze“. O “chair freeze” foi fundamental para vários movimentos por causa do potencial que os b-boys precisavam ter para exercer este movimento.O objetivo principal de uma batalha de break é vencer o oponente sendo mais criativo com séries de freezes e fazer movimentos mais rápidos e melhores. Isso também porque as crews desenvolvem seus movimentos e séries dando personalidade à dança para estarem preparados para a próxima batalha.
Origem do nome B-Boy
B-Boy = Abreviação para “Break Boy”, “Beat Boy” ou “Bronx Boy”.
A palavra B-Boy foi primeiramente usada pelo DJ jamaicano radicado nos Estados Unidos, Kool Herc. Ele deu esse nome a todos os dançarinos do início dos anos 70, e “B-Boy” passou a ser uma designação a um grupo de elite de dançarinos que participavam nas festas organizadas por ele.
B-Boying é o estilo de dança dos B-Boys, também conhecido como Breakin’.
A mídia propôs um conceito errado sobre Breaking: o conceito de que a dança era usada pelas gangues, que dançavam ao invés de brigarem. Porém, isso não é verdade, pois nos rachas (battles) de Breakin havia tumulto e aconteciam várias brigas por causa dessas batalhas de B-Boys.
Existem três fundamentos básicos da dança do B.Boy (dançarino): 1. Top Rock (preparação) é como um passo de Funk estilizado. 2. Foot Work (trabalho dos pés) traçando as pernas em volta do corpo continuamente 3. Freeze (congelamento) é a finalização da dança do solo do B Boy. Giros, saltos, acrobacias e todos os movimentos de ginástica foram adicionados depois de 1980. Estes movimentos (power move) não são considerados dança, são apenas movimentos de dificuldade e velocidade que somados à dança tornam o B.Boy mais extraordinário. Power Move não é um estilo de dança, power move é uma denominação para estes novos elementos. Por isso não se esqueça, B.Boy (dançarino) é aquele que D A N Ç A no Break (BATIDA) da Musica!!!



Locking (originalmente conhecido como Campbellocking) é considerado um estilo de funk. Trata-se de um rápido e preciso movimento de braços e mãos combinados com quadris e pernas. Os movimentos são geralmente amplos e exagerados e freqüentemente rítmico e firme (compacto) com a música. Locking é uma performance executada

rapidamente, sempre interagindo com o público através de sorrisos ou dando-lhes alguns movimentos naturalmente cômicos.

Locking foi originalmente dançado para o funk tradicional, assim como James Brown. O funk é comum ainda para os dançarinos de locking, e usados em muitas competições.

O nome é baseado na concepção dos movimentos do locking, que basicamente significa congelar através de movimentos rápidos e parar em certas posições e depois continuar rápido como antes. Esses movimentos criam um forte contraste a fim de que muitos movimentos rápidos que são, por outro lado, executados continuamente precisos, combinam com gestos (mímicas) ensaiados, e atuando para o público e para outros dançarinos. Locking exige muitas acrobacias e movimentos bem elaborados, assim como “travar” os joelhos dando a impressão de “ruptura”. Esses movimentos também requerem joelheiras ou algum outro protetor.

Um locker é um dançarino de locking. Lockers normalmente usam um estilo de roupa característico, assim como roupas coloridas com listas e suspensórios.

O início do Locking pode ter sido descoberto por um homem em particular, Don Campbell. Depois dos anos 60 ele misturou algumas danças passageiras (que eram moda), adicionando movimentos próprios (conhecidos como “Trava” - Lock). O resultado da dança foi chamado de Campbellocking, que foi mais tarde conhecido como Locking. No início dos anos 70 surgiram os grupos de dança de Locking. O mais notável foi quando Campbell formou o grupo de dança “The Lockers” e firmou a fundação de locking e dos estilos de roupas.

Mais tarde, o locking tornou-se parte do crescimento da cultura da dança hip hop, e teve influência aos mais recentes estilos, como popping and breaking. Locking é ainda totalmente popular e muitos artistas atuais executam movimentos derivados do locking em seus videoclips.

Locking é uma dança que surgiu nas antigas discotecas dos anos 70. Pode ter ocorrido individualmente ou em harmonia com 2 ou mais dançarinos fazendo steps ou handshakes juntos. O locker pode sorrir enquanto faz sua apresentação, em outros momentos, um comportamento sério deve ser preservado para dar ênfase na técnica. Outro importante estilo característico é a “explosão” (vibração) dos braços, paradas, posição e firmeza dos passos e movimento (giro) da boina ou chapéu. Don Campbell foi o inventor dos freezes originais. Em 1971, quando nomeou-se por “travas” (locks), ele incorporou seu ritmo único e adicionou gestos, assim como apontar e bater palmas. Outros dançarinos também adaptaram-se a este estilo, enquanto juntavam alguns dos passos e movimentos listados a seguir: Alphas (Criado por Alpha Anderson), The Skeeterrabbit (Criado por James "Skeeter Rabbit" Higgins), Stop n Go (Criado por Greg "Campbellock Jr." Pope), Scooby doo (Criado por Jimmy "Scooby doo" Foster), Which a way (Criado por Leo Williamson).



Locking (originalmente conhecido como Campbellocking) é considerado um estilo de funk. Trata-se de um rápido e preciso movimento de braços e mãos combinados com quadris e pernas. Os movimentos são geralmente amplos e exagerados e freqüentemente rítmico e firme (compacto) com a música. Locking é uma performance executada

rapidamente, sempre interagindo com o público através de sorrisos ou dando-lhes alguns movimentos naturalmente cômicos.

Locking foi originalmente dançado para o funk tradicional, assim como James Brown. O funk é comum ainda para os dançarinos de locking, e usados em muitas competições.

O nome é baseado na concepção dos movimentos do locking, que basicamente significa congelar através de movimentos rápidos e parar em certas posições e depois continuar rápido como antes. Esses movimentos criam um forte contraste a fim de que muitos movimentos rápidos que são, por outro lado, executados continuamente precisos, combinam com gestos (mímicas) ensaiados, e atuando para o público e para outros dançarinos. Locking exige muitas acrobacias e movimentos bem elaborados, assim como “travar” os joelhos dando a impressão de “ruptura”. Esses movimentos também requerem joelheiras ou algum outro protetor.

Um locker é um dançarino de locking. Lockers normalmente usam um estilo de roupa característico, assim como roupas coloridas com listas e suspensórios.

O início do Locking pode ter sido descoberto por um homem em particular, Don Campbell. Depois dos anos 60 ele misturou algumas danças passageiras (que eram moda), adicionando movimentos próprios (conhecidos como “Trava” - Lock). O resultado da dança foi chamado de Campbellocking, que foi mais tarde conhecido como Locking. No início dos anos 70 surgiram os grupos de dança de Locking. O mais notável foi quando Campbell formou o grupo de dança “The Lockers” e firmou a fundação de locking e dos estilos de roupas.

Mais tarde, o locking tornou-se parte do crescimento da cultura da dança hip hop, e teve influência aos mais recentes estilos, como popping and breaking. Locking é ainda totalmente popular e muitos artistas atuais executam movimentos derivados do locking em seus videoclips.

Locking é uma dança que surgiu nas antigas discotecas dos anos 70. Pode ter ocorrido individualmente ou em harmonia com 2 ou mais dançarinos fazendo steps ou handshakes juntos. O locker pode sorrir enquanto faz sua apresentação, em outros momentos, um comportamento sério deve ser preservado para dar ênfase na técnica. Outro importante estilo característico é a “explosão” (vibração) dos braços, paradas, posição e firmeza dos passos e movimento (giro) da boina ou chapéu. Don Campbell foi o inventor dos freezes originais. Em 1971, quando nomeou-se por “travas” (locks), ele incorporou seu ritmo único e adicionou gestos, assim como apontar e bater palmas. Outros dançarinos também adaptaram-se a este estilo, enquanto juntavam alguns dos passos e movimentos listados a seguir: Alphas (Criado por Alpha Anderson), The Skeeterrabbit (Criado por James "Skeeter Rabbit" Higgins), Stop n Go (Criado por Greg "Campbellock Jr." Pope), Scooby doo (Criado por Jimmy "Scooby doo" Foster), Which a way (Criado por Leo Williamson).

Hi


Popping é uma dança do funk baseada na técnica de “quicar” (chutar) contraindo e relaxando os músculos para causar um “empurrão” no corpo do dançarino, referindo-se a um “estouro” ou batida. Isso é feito continuamente com o ritmo da música, combinado com vários movimentos e poses. Um dançarino de popping é conhecido como Popper.
Popping é também usado como um termo para um grupo de dança com estilos e técnicas que são frequentemente integradas ao popping para criar mais variedade de apresentações (performance).
Acredita-se que a dança foi desenvolvida na Califórnia em 1970, parcialmente inspirada pelo locking. Assim como outras danças, o popping é normalmente apresentado em batalhas, tentando desafiar outros dançarinos ou grupo de dançarinos na frente da multidão. Isso incentiva a improvisação e movimentos que são vistos em shows e performances, assim como interação como o público.
Hoje em dia, o popping está sendo incorporado na cena hip hop e eletrônica.
Depois dos anos 70, um grupo de popping chamado Electric Boogallos (antigamente conhecido como Electronic Boogaloo Lockers), da Califônia, contribuiu bastante para a propagação do popping, principalmente por causa de suas aparições no programa de televisão Soul Train.
Os próprios Electric Boogaloos indicam que em torno dos anos 1975-1976 seu fundador Sam Solomon (a.k.a. Boogaloo Sam) criou um jogo dos movimentos que evoluiu os estilos conhecidos hoje em dia como popping e boogaloo, após ser inspirado por um dos grupos de locking pioneiros, os The Lockers, bem como uma dança popular passageira nos anos 60, conhecida como Jerk. Ao dançar, Sam dizia a palavra “Pop” toda hora que ele flexionava seus músculos, eventualmente introduzindo à dança Popping. Muitos confirmam a história do Electric Boogaloos que Boogaloo Sam trouxe o princípio do popping.
A mídia contribuiu à propagação do popping e dos estilos relacionados através de filmes, tais como o Breakin', mas fez também uma confusão nomeando todos os estilos como Breakdance.
Popping é o nome dado a um estilo específico da dança. O nome foi inventado por Boogaloo Sam, fundador do grupo pioneiro de popping, o Electric Boogaloo, quando usava a palavra “Pop” toda vez que flexionava seus músculos para executar o popping.
Electric Boogaloo
É um estilo que tenta dar a impressão de um corpo “sem ossos”, parcialmente inspirado por filmes e desenhos animados. Utiliza ritmos e movimentos circulares em várias partes de corpo, tais como os quadris, os joelhos e a cabeça, assim como separar (deslocar) o tronco do quadril. O estilo foi desenvolvido em 1976 por Boogaloo Sam. Combinado com o popping, o estilo tornou-se electric boogaloo, que é a marca registrada do Electric Boogallos. Conheça um pouco mais sobre a História da Dança de Rua.



Popping é uma dança do funk baseada na técnica de “quicar” (chutar) contraindo e relaxando os músculos para causar um “empurrão” no corpo do dançarino, referindo-se a um “estouro” ou batida. Isso é feito continuamente com o ritmo da música, combinado com vários movimentos e poses. Um dançarino de popping é conhecido como Popper.
Popping é também usado como um termo para um grupo de dança com estilos e técnicas que são frequentemente integradas ao popping para criar mais variedade de apresentações (performance).
Acredita-se que a dança foi desenvolvida na Califórnia em 1970, parcialmente inspirada pelo locking. Assim como outras danças, o popping é normalmente apresentado em batalhas, tentando desafiar outros dançarinos ou grupo de dançarinos na frente da multidão. Isso incentiva a improvisação e movimentos que são vistos em shows e performances, assim como interação como o público.
Hoje em dia, o popping está sendo incorporado na cena hip hop e eletrônica.
Depois dos anos 70, um grupo de popping chamado Electric Boogallos (antigamente conhecido como Electronic Boogaloo Lockers), da Califônia, contribuiu bastante para a propagação do popping, principalmente por causa de suas aparições no programa de televisão Soul Train.
Os próprios Electric Boogaloos indicam que em torno dos anos 1975-1976 seu fundador Sam Solomon (a.k.a. Boogaloo Sam) criou um jogo dos movimentos que evoluiu os estilos conhecidos hoje em dia como popping e boogaloo, após ser inspirado por um dos grupos de locking pioneiros, os The Lockers, bem como uma dança popular passageira nos anos 60, conhecida como Jerk. Ao dançar, Sam dizia a palavra “Pop” toda hora que ele flexionava seus músculos, eventualmente introduzindo à dança Popping. Muitos confirmam a história do Electric Boogaloos que Boogaloo Sam trouxe o princípio do popping.
A mídia contribuiu à propagação do popping e dos estilos relacionados através de filmes, tais como o Breakin', mas fez também uma confusão nomeando todos os estilos como Breakdance.
Popping é o nome dado a um estilo específico da dança. O nome foi inventado por Boogaloo Sam, fundador do grupo pioneiro de popping, o Electric Boogaloo, quando usava a palavra “Pop” toda vez que flexionava seus músculos para executar o popping.
Electric Boogaloo
É um estilo que tenta dar a impressão de um corpo “sem ossos”, parcialmente inspirado por filmes e desenhos animados. Utiliza ritmos e movimentos circulares em várias partes de corpo, tais como os quadris, os joelhos e a cabeça, assim como separar (deslocar) o tronco do quadril. O estilo foi desenvolvido em 1976 por Boogaloo Sam. Combinado com o popping, o estilo tornou-se electric boogaloo, que é a marca registrada do Electric Boogallos.

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