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O COMEÇO DA MÚSICA BREAK BEAT O Break (quebra) da música já existe há muito tempo, mas não antes dos anos '70 onde veio a se popularizar. A quebra da música é uma certa parte de uma música do disco que você sempre espera para dançar mais selvagemente. Você deixa que seus sentimentos te conduza, mas esta quebra sempre deixa você muito engraçado porque geralmente é muito curta para que você desenvolva a sua criatividade até o fim. Sempre que ela está no auge, cantor volta e a quebra vai embora.



A quebra da música que foi chamada no começo de música Be Bop, música Rap, e mais que tudo de Hip-Hop, também música Beat (com batida).



Aquela batida que faz você dançar sem parar, com continuidade, tem um responsável por fundar este tipo de música e seu nome é Kool D.J. Herc.



Em meados dos anos '70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee. Este último que só tocava músicas do estilo Disco e Kool D.J. Herc trouxe esta nova forma de música que ficou marcada somente no Bronx para nós, que regularmente tocava no ar em uma estação de rádio e ele chamava de música B. Beat.



Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.J.'s do Bronx. E vimos Herc tocando numa pequena escola de ginástica onde todos deliravam aos seus B. Beats. Era incrível pois ninguém entendia o que ele fazia realmente com os discos. Um dos discos que Herc descobriu para fazer seus B. Beats era a música Bronx Nation Anthem por mais de oito anos o disco foi chamado de Apache tocado pelos incríveis Bongo Band, que nos deu o Hit chamado Bongo Rock, este disco do Apache foi gravado em '73 e foi considerado o Top Hit de Beat de todos os tempos. Se você é um B.Beat (Hip-Hop) D.J. e não tem este disco você não é um D.J. de Break Beat. Kool Herc começou com uma coisa chamada Rappin' onde nasceu as gírias, Rock On, Rock and Don't My Melow, que logo foi aderido pelos moradores do Bronx.



De qualquer modo em meado dos anos '70 outro jovem D.J. que foi inspirado por Kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou a aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.


Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de Zulu Nation. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável pelas gírias; Shock The House, Shocking On, Don't Stop The Body Rock, Sure Shot Th Body Rock. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Master Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats, não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Master Flash, Mele Mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.


Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de Hip-Hop.

BOTY 2009 (Battle of the year) CREWS SELECIONADAS :

ADR CREW / Sorriso-MT
Amazon B.boys / Belém-PA
Beat squad / São Jose do Rio perto-SP
BF Crew / Riberão Preto-SP
CreWest / Franco da Rocha-SP
DF Zulu Breakers / Ceilândia-DF
Die Hard Crew / Suzano-SP
Estilo Negro/ Macapá-AM
Fox Crew Breakers / Cruzeiro-SP
Hebreus 11 / Belo Horizonte-MG
Original Crew / Poços de Caldas-MG
Power Crew / Belém-PA
Recife City Breakers / Recife-PE
Resistência Ativa / Anápolis-GO
Silêncio Crewativo / São Paulo-SP
Super Star B.boys / Curitiba-PR
Stylo Loko / São Paulo-SP
Tsunami All Stars / São Paulo-SP

LOCAL DO EVENTO :
Ginásio Colégio Liceu Salesiano / Campinas-SP

CONVIDADOS INTERNACIONAIS :
Ken Swift (EUA)
Krazy Kujo (EUA)
Salah (FRA)

sábado, julho 18, 2009 ,
Brasil Hip Hop, o mundo do Hip Hop Brasileiro, para você amante do Hip Hop. Performances dos bboys e bgirls do nosso brasil.
Todos os elementos aqui, Rap, Break, Graffiti e DJ.


Free Life Break é um Grupo de dança de rua da cidade de Codó - MA que teve um grande destaque nos últimos meses, com a chegada de um bboy Chamado Boka, puro powermove ficou melhor ainda!!!

CONEXÃO BRASIL HIP HOP


São 10 anos de Hutúz e durante esse tempo vários B,boys e B. girls já mostraram sua diversidade nos movimentos de Break, Popping, Locking, Boogaloo, Eletric Boogaloo e muito mais.
Todos os adeptos a esta expressão artística estão convidados a participar desta batalha, que vai premiar as duplas que podem vir de qualquer lugar do país. Não fique fora da batalha comemorativa aos 10 anos do Festival Hutúz.

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Eliminatória da 2ª Batalha de Break ? Evolução Hip Hop

Acontece neste domingo, 12 de abril, às 13h, no Teatro do IRDEB, fim de linha da Federação, a eliminatória da 2ª Batalha de Break ? Evolução Hip Hop, com apresentação de grupos de RAP e discotecagem com Dj Bandido. A batalha terá a participação de b.boys e b.girls de varias cidades da Bahia, será disputada em duplas no formato 2x2 no estilo b.boy, contara com 03 (três) jurados e terá premiações para o 1º lugar de R$ 300.00 + medalha e troféu, 2º lugar de R$ 150.00 + medalha e troféu e 3º lugar de R$ 50.00 + medalha e troféu. Trinta (30) duplas de break já estão escritas para a eliminatória.

A Batalha de Break busca incentivar o fortalecimento da dança de rua como uma linguagem artística. Feita majoritariamente por jovens de periferia, o break permite a criação livre de movimentos próprios a partir do estudo de técnicas da dança. A batalha tem ainda como objetivo promover intercâmbio de artistas de breakdancing com dançarinos das mais variadas técnicas.

A final acontece no dia 19 de abril (domingo), às 18h, no Palco Principal do Teatro Vila Velha, no bairro do Campo Grande, e terá como um dos jurados, o pioneiro de break no Brasil o NELSON TRIUNFO de São Paulo.

A 2ª Batalha de Break - Evolução HipHop, faz parte da programação do Mês da Dança no Vila, e é uma das ações do Projeto HipHop em Movimento que acontece nos dias 18 e 19 de abril no Teatro Vila velha com Workshop de Break, Grafite e Dj. Alem de uma feira com artigos de hiphop e artezanato, Exposição de Grafite, um a mesa redonda que discutirá o HipHop como um Fator de Transformação social, e Transmissão do programa ?Evolução HipHop? ao VIVO do Passeio Público no dia 18 de abril, em comemoração ao mês de aniversario do movimento HipHop na Bahia. Toda a programação é gratuita, as inscrições para o workshop serão feitas no local.

Breakdancing em Salvador ? As primeiras roda de break em Salvador começou a ser realizada na década de 80, no centro histórico (pelourinho), pelo dançarino ?Roque?, que até então, apenas imitava passos de Michael Jakson. Ao passar do tempo, com a evolução da cultura hip-hop na Bahia, a roda de break ganha outro caráter. O B.Boy Ananias, integrante do grupo Independente de Rua criou uma nova aparelhagem de som e reuniu diversos b.boys e b.girls no ano de 2002, na Praça da Sé, local o qual até hoje é o ponto de encontro de b.boys e b.girls na cidade, toda as tercas-feiras às 20h. A parti daí surgiram às batalhas de break e oficinas em diversos bairros da cidade.

Confira a programação do HipHop em Movimento no Mês da Dança: http://www.teatrovilavelha.com.br/vivadanca/programacao/programacao3.htm

SERVIÇO

O quê? Eliminatória da 2ª Batalha de Break ? Evolução Hip Hop
Quando? 12 de abril de 20009 (domingo), a parti das 13h.
Onde? Teatro do IRDEB, fim de linha da Federação, Salvador-Ba.
Quanto? GRATUITO

Mais informações:

Dj Branco
(71) 91510631 ? cmahiphop@hotmail.com

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BOM GALERA VAMOS SE PREPARAR PRO GRANDE ENCONTRO NA FRONTEIRA 2009, DESDE JA OS GRUPOS PRECISAM SE POGANIZAR PRA GRANDE BATALHA QUE VAI ROLAR DE 03 A 05 DE JULHO NO OIAPÓQUE E SÃO JORGE, NO FINAL DO MÊS ENVIAREMOS O CONVITE E O REGULAMENTO A TODOS A TODOS, ESTAMOS FAZENDO DE TUDO PRA DARMOS A PREMIAÇÃO EM JORGE EM EURO PRA BATLHE INDIVIDUAL, EN TÃO TRAGA SUA CREW VC NÃO PODE FICAR DE FORA, MACAPÁ AMAPÁ AMAZÔNIA BRASIL, INFORMAÇÕES GUINHO BBOY 96-91191130

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Em pleno Domingo de Páscoa, b.boys e b.girls de diferentes cidades da Bahia reúnem-se às 13h no Teatro do Irdeb (fim de linha da Federação, Salvador) para a eliminatória da 2ª Batalha de Break - Evolução Hip Hop, com apresentação de grupos de RAP e discotecagem com Dj Bandido.
Disputada em duplas no formato 2×2 no estilo b.boy, a batalha conta com três jurados e tem premiações para o 1º lugar de R$ 300.00, 2º lugar de R$ 150.00 e 3º lugar de R$ 50.00. As três primeiras colocações também ganham troféu e medalha.

Trinta duplas de break já estão escritas para a eliminatória. A Batalha de Break busca incentivar o fortalecimento da dança de rua como uma linguagem artística e promover intercâmbio de artistas de breakdancing com dançarinos das mais variadas técnicas.
Dançado majoritariamente por jovens de periferia, o break permite a criação livre de movimentos próprios a partir do estudo de técnicas da dança.
A “batalha final”
A final da 2ª Batalha de Break acontece no dia 19 de abril (domingo), às 18h, no Palco Principal do Teatro Vila Velha (Campo Grande, Salvador) e tem como um dos jurados o pioneiro do break no Brasil, Nelson Triunfo, de São Paulo.
A 2ª Batalha de Break - Evolução HipHop é uma das ações do Projeto HipHop em Movimento que acontece nos dias 18 e 19 de abril no Teatro Vila velha com Workshop de Break, Grafite e Dj.

O ambiente da batalha tem ainda uma feira com artigos de hip hop e artesanato, exposição de grafite e uma mesa redonda que discute o HipHop como um Fator de Transformação social.
O projeto tem transmissão ao vivo do programa “Evolução HipHop” (Rádio Educadora FM) do Passeio Público no dia 18 de abril, em comemoração ao mês de aniversario do movimento HipHop na Bahia. Toda a programação é gratuita, as inscrições para o workshop serão feitas no local.Breakdancing em Salvador
As primeiras roda de break em Salvador começou a ser realizada na década de 80, no centro histórico (pelourinho), pelo dançarino “Roque”, que até então, apenas imitava passos de Michael Jakson.
Com o passar do tempo, a cultura hip-hop evoluiu na Bahia. O B.Boy Ananias, integrante do grupo Independente de Rua criou uma nova aparelhagem de som e reuniu diversos b.boys e b.girls no ano de 2002, na Praça da Sé, local que até hoje é o ponto de encontro de b.boys e b.girls na cidade, toda as tercas-feiras às 20h. A partir de então, surgiram as batalhas de break e oficinas em diversos bairros da cidade.

sexta-feira, junho 26, 2009 1

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HIP HOP DO AMAZONAS


Muito som, batidas, manobras, coreografias e conversas visando a evolução do movimento Hip-Hop em Manaus. Assim foi o encontro de Crews (turmas) da Cultura Hip-Hop neste sábado, 12/01, no Ginásio Zezão, na Grande Circular.

O organizador do Evento e militante da cultura Hip-Hop, Francisco, nos falou dos objetivos da reunião. Segundo ele, a reunião foi organizada para que se dê andamento ao projeto de criação de uma federação, que envolva os grupos de Hip-Hop organizados de Manaus. A Federação oferecerá a oportunidade de profissionalização dos dançarinos, MC´s, DJ´s, grafiteiros e demais artistas do movimento, que hoje se apresentam na maior parte das vezes gratuitamente, não tendo garantias jurídicas sob sua imagem. Também será uma instância de proteção e auxílio a novos grupos, dando um salto qualitativo na organização do movimento em Manaus. O grupo pretende ainda lançar um portal da entidade na internet. É a primeira tentativa de se organizarem os grupos de Hip-Hop de Manaus em nível regional.


O Bloguinho Intempestivo aproveitou a oportunidade para trocar uma idéia com alguns representantes de Crews que apareceram por lá.

“Falar de Hip-Hop aqui em Manaus, falou em MHM. Tudo começou lá. O presidente de lá se chama Maicon. Ele não veio porque lá não pode parar. Faça sol, faça chuva, todo sábado a gente ta lá, sempre está lá. Tudo começou com os primeiros grupos que chegaram aqui em Manaus, que se formaram aqui, começaram a se formar, tudo foi lá. A maioria é da rua, que a gente acolhe, eu fui um, e sou a prova viva de que aqui dá certo. Eles me tiraram da rua, e hoje em dia eu sou um dos instrutores lá. Tem um cara que representa a gente e que é muito forte, chamado Art96, foi um cara que também saiu das ruas, hoje em dia ele fala 3 línguas e está terminando uma faculdade de História. Então é isso aí, é evoluir, não só na dança, mas na sua vida, mesmo profissional, fora do Hip-Hop, você tem que evoluir. Foi isso que eu aprendi dentro do Hip-Hop. O MHM já tem 13 anos de formação e 9 de projeto na escola. Funciona na Escola Municipal Professor João Chrysóstomo, no São José II. Lá nós temos muito apoio por parte da direção, sempre ajudamos, fazemos palestras, porque a cultura Hip-Hop é muito complexa, abrange muita coisa. Tem a parte do Grafite, que são as artes plásticas, a dança, que é o Brake, o DJ, o MC, que é o cara que canta o rap, faz a letra na hora, é o pensador da cultura Hip-Hop. E qualquer pessoa pode chegar lá, entendeu? A primeira vez que a pessoa vai lá, ela fica olhando, e se ela se sentir bem, agradável, ela vai ficando.
O grupo que eu participo é o Funk Soul. A nossa dança é diferenciada, a gente não dança o Break, a gente dança outra parte, que é diferenciada, que surgiu na mesma época das outras danças, que é o Locking, a dança mais antiga da cultura Hip-Hop, e pouca gente conhece. É uma dança que foi inventada em 1978. Mas aqui em Manaus a dança mais forte é o Breaking, que são os BBoys.
É difícil lidar com os políticos, tem que ter jogo de cintura. Sempre aparecem prometendo muita coisa, mas até agora nada foi concretizado. Principalmente na época de eleição, aparecem muitos, porque lá [no MHM] é muita gente. A cultura Hip-Hop abrange muita gente aqui em Manaus, muita gente mesmo. E a cultura Hip-Hop não é só diversão, isso pra gente é nossa vida. É nossa filosofia de vida: cultura Hip-Hop. Então quando muitas vezes a gente vê na televisão falando ‘ah, o Hip-Hop isso…’, a gente fica até um pouco ofendido, porque a gente é o Hip-Hop, a gente vive isso. Hip-Hop não é só dança, não é só música, é a forma como a gente vive. Hip-Hop é periferia, favela, gueto, viela, foi criado pra isso, pra tirar as pessoas da marginalidade”.


Registramos ainda a presença da moçada do Nativo’s Crew, que se reúne no CDCC do Coroado III. Esta semana eles estarão viajando para Belém, para representar o Amazonas, junto a grupos de todo o Brasil em uma competição nacional.

Também militante antigo da cultura Hip-Hop, MC Fino nos falou sobre os trabalhos que desenvolve e contou sobre algumas linhas que atravessaram seu devir-histórico na cidade de Manaus e no Brasil.
“Meu nome é DJ MC Fino, tou na ativa desde a década de 80, já são mais de 27 anos de trabalho. Em 1994 foi fundada uma sigla chamada MHM – Movimento Hip-Hop Manaus, que me permitiu sair da periferia, e me ajudou a tocar em lugares que antes para nós era impossível, tipo Café Cancún, Les Gens, lugares que são mesmo da elite, e a gente conseguiu entrar com nosso som. Também participo de trabalhos sociais em todo o Norte e Nordeste, com vários núcleos. Temos um movimento chamado MHF – Movimento Hip-Hop da Floresta, que trabalha com educação ambiental e mudança climática. Desde 1987 a gente trabalha com a gurizada, reeducando eles culturalmente e musicalmente, porque em Manaus existem várias influências musicais, então às vezes o cara passa por uma crise de identidade, não sabe se é negro, branco, mestiço, cafuzo, caboclo, então o meu trabalho é passar essas informações pra eles, e mostrar musicalmente que tudo pode ser reciclado. Eu posso pegar o Nelson Gonçalves, botar uns beats de rap, transformar, pegar um Noel Rosa, posso pegar o que for e fazer um som. Posso dar um livro até de filosofia pro cara estudar e ele sair com uma música, e numa letra ele ao mesmo tempo falar da periferia, e se denominar um Platão ou o que for, da filosofia, história ou literatura aí. Então o meu trabalho é este. Faço trabalho com a maioria dos grupos daqui. Criamos uma sigla recentemente chamada RDA – Rapa do Amazonas, e com ela a gente já fez duas realizações aqui: a primeira, dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra, na praça, onde a gente fez uma festa, microfone aberto para todos os grupos, todas as crews se apresentarem, e a outra foi o primeiro encontro de Hip-Hop, nos dias 07, 08 e 09, com o governo federal trazendo o pessoal do Maranhão, Porto Velho e Brasília. Então nosso trabalho é esse, o que a gente não quer mais ser é massa de manobra, e estamos aqui pra fortalecer”.


Todos os grupos são abertos ao público e tem horários de ensaios e apresentações.

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Grupo de Break Imortal क्रेव parceria forte,Apresentação no presidio estadual no banho de sol,foi loco Bboys,Bena,Leandro,Jordam,Crazy,foi loco!!!!

Combo Tricks Evolution ,Video Mais Visto de Combo Tricks de 2009 ◘. Neste Video os Bboy mostram Movimentos Dificeis que So Pode ser Executado com Muita dedicaçao e Muito treino Ao Break Dance...
Evuluçao Sempre Pra todos Os BBoys do Mundo , Siga Sempre em Rumo de Seus Objetivos.

Brasil Hip Hop, o mundo do Hip Hop Brasileiro em sua disposição para você navegar e apreciar.

Assista videos das performaces dos Bboys brasileiros.

Rap, Break, Graffiti e DJ

Meu nome é Vandeildo mais conhecido como B’Boy Maranhão e faço um trabalho com o Hip-hop no bairro de Santa Etelvina há 7 anos. Dou aula pra muitos adolescentes, crianças, pré-adolescentes, pra dar um caminho pra cada um que procure entrar na sociedade, sair um pouco do vandalismo, ter um caminho melhor, um caminho da paz, entendeu. E o objetivo da cultura de rua é procurar mais adolescentes, dar mais apoio a eles, incentivando eles nas suas vidas, tendo uma boa educação, procurando estudar, caminhando um caminho novo, um caminho melhor, buscando melhorias de vida.

Eu dou aula de tudo, desde os conceitos da filosofia de vida, a dança, o power move, que é o giro corporal, e o Freestyle que é estilo livre e também as normas do B-Boy. A cultura Hip-hop, cultura da rua é bem ampla. A street dance é uma variação da cultura de rua. Na parte da dança, envolve estes vários movimentos, que dá origem ao break, e por isso tem o b’boy, o break-boy. Na expressão mais direta se tem o grafite, que aqui hoje não tem nenhuma apresentação. Os outros dois elementos são da música, o MC e o DJ, que fazem o trabalho musical e de uma mostra desta cultura pela voz. O popping e o locking estão ligados à dança.

O hip-hop ajuda em diversos movimentos, como mover minha coluna, tem que se suportar o peso do corpo e no power move trabalha com toda energia do seu corpo. Eles são um beneficio que o adolescente tem para ser um cara saudável, resistente e com uma disposição para lutar pelas coisas que interessam pra nosso povo. O hip-hop foi uma cultura que surgiu mesmo nos guetos e que grande parte das vezes é só analizada a partir da idéia que se tem da periferia. E quando a mídia trata destas questões é sempre desta forma excludente e levando a idéia de que o hip-hop são as músicas negras americanas que tratam apenas de dinheiro, carros, etc.

O rap, que é uma forma de criticar as formas de autoridades, pois eles mostram uma realidade que está concentrado dentro da periferia. Quando ele não pode chegar nestas pessoas, como ele vai enviar a mensagem? Através do rap. E muitas vezes as pessoas criticam a cultura hip-hop por que vem da periferia, mas hoje em dia estão buscando quebrar este tabu, por que de todas as classes está sendo vista esta cultura, bem social.









HIP HOP DO MARANHÃO
Hip Hop Maranhão, para todos os amantes do HIP HOP.


Na tarde desta segunda-feira, 22, durante a abertura da 1ª Semana do Hip Hop, foram realizadas oficinas na Escola Estadual Coelho Neto (Rua Alexandre Herculano, 11, Bairro Bom Jesus). Mais de 50 alunos da 5ª, 6ª e 7ª série participaram de atividades sobre os quatro elementos do Hip Hop: b.boys, MC, DJ e graffiti. (fotos)
Segundo Luti Preira, coordenador-adjunto da Descentralização da Cultura, o objetivo é mostrar nas escolas e à cidade o trabalho que é sucesso na periferia, valorizando a arte da dança, da música, do canto e da rima e pintura. A semana integra o Calendário de Eventos da cidade.
Movimento cultural de massa - Reginaldo Machado, 31 anos, o Du.R, sócio-educador, rapper, integrante da Central Unida das Favelas (CUFA), que há 12 anos trabalha nas comunidades coordenando ações de Hip Hop, foi o palestrante da abertura da Semana. Ele definiu a iniciativa da Descentralização da Cultura como reconhecimento do poder público ao Hip Hop. “E não poderia ser diferente, porque é o único movimento cultural de massa que tem o envolvimento da periferia” enfatizou.
Uma das oficinas mais concorridas foi a do b.boys, ministrada por Marcelo Luiz da Silva Conceição, o Anão, de 21 anos, que mostrou a todos a importância da cultura da dança para aumentar a auto-estima e cuidar da saúde.”Se não se cuidar, não haverá resistência”, afirmou. A outra mais concorrida foi a do graffiti, aos cuidados de Alan Vieira, de 20 anos, o ANN, que trabalha com a arte da pintura desde 1990 por entender que o Hip Hop é uma ferramenta de inclusão social.






DANÇA DE RUA MARANHÃO
Dança de Rua Maranhão, para todos os bboys de plantão, para amantes do HIP HOP.

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