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Um pouco sobre Graffiti
Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso.. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.
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Brasil Hip Hop, o mundo do Hip Hop Brasileiro, para você amante do Hip Hop. Performances dos bboys e bgirls do nosso brasil.
Todos os elementos aqui, Rap, Break, Graffiti e DJ.


Graffiti - para que você tenha uma idéia nítida de como identificar um graffiti, basta entender que toda ou qualquer inscrição feita na parede, é um graffiti.

Conhecido pelo nome original “grafito”, o graffiti pode ser considerado a primeira forma de escrita do mundo. Durante a década de 60, o graffiti assume nas ruas da França e Itália, um formato um tanto diferenciado pelo qual estamos acostumados a identificá-lo, sem a predominância multicolorida, com letras e desenhos abstratos e tridimensionais, que nos permitiria admirá-los, sendo visto através de frases de resistência à um sistema opressor (bem parecido com àquelas frases de “fora FHC” ou a famosa “Diretas Já!” que predominam ainda hoje nos muros de nossa cidade). Já na década 70, o graffiti reaparece, só que desta vez, nos Estados Unidos. Assumindo um estilo de protesto diferente dos países europeus, ele adquire um formato bem próximo do que viria a ser o seu original nos anos seguintes: com frases e desenhos multicoloridos nos vagões de metrô. Então, é neste período que a “graffiti spray can art” passa a assumir o seu formato definitivo, sendo vista de maneira frontal, e direcionando o seu nome o quanto arte e desenvolvendo estilos, sendo praticada agora pelos adolescentes negros e hispânicos dos bairros nova-iorquinos. Inspirados por nomes como Vaungh Bodê (cartunista muito popular na época, que retratava em seus quadrinhos um mundo de magia e fantasia, num ato de protesto à guerra do Vietnã), estes jovens, numa busca, mesmo que inconsciente, de sua afirmação social, procuravam dar asas aos seus estilos nos vagões de metrô, paredes de linhas férreas, prédios abandonados, muros e becos da cidade de Nova Iorque:


“Era como pular uma cerca, uma cerca escolar. Você escreve seu nome no pátio, espera o trem passar, e daí ganha o dia: Uau! Meu nome está viajando em Nova Iorque inteira!” - (KRS-One/ rapper e grafiteiro)


Nomes como Taki 183, Lee Quiñones, Phase 2, Blade, Daze, Crash, Zephyr, Lady Pink, Noc e Kase 2 fizeram do graffiti uma das linguagens mais fortes de uma juventude desassistida, vivendo em uma comunidade à mercê da violência e das drogas. É importante ressaltar, que, muitas vezes esses “writers”, foram freqüentemente confundidos pela lei como integrantes de gangues de rua, pelo fato destas utilizarem muitas vezes de alguns estilos do graffiti para a demarcação dos seus territórios.



Estilos:

Tag - assinaturas feitas à base do spray, ou, em algumas circunstâncias, canetão. É considerado a assinatura do “writer”. É também visto no formato de frases que complementam um desenho ou um outro estilo de letra. Quando utilizado negativamente, ele pode ser interpretado como o que conhecemos pateticamente por “pichação”.

Throw-up - estilo de pintura elaborado de forma rápida, sem muitos detalhes na estética, que simula algo proibido como a pichação, à base de duas ou três cores apenas, através de rolos para encher as letras e desenhos e sprays para contornos.

Piece - bem similar a forma dos hippies, este estilo pode ser considerado um dos primeiros na escala evolutiva do graffiti em Nova York. Ao contrário do throw-up, suas letras e desenhos apresentam um tom de estética mais apurado e a liberdade de se trabalhar com um número superior a três cores. É também, bem apreciado pela sua facilidade de interpretação.

3D - um dos mais sofisticados estilos de graffiti. Desenvolvido já no fim dos anos 80, o 3d é o “Salvador Dali” do graffiti, com suas letras e desenhos tridimensionais, que possibilitam, muitas vezes, a interpretação única de quem é do meio somente.

Para que você tenha uma idéia mais profunda do que vem a ser a arte do graffiti no Rio de Janeiro, a crew carioca “Nação Gaffiti”, formada pelos writers Chico, Ment e Airá “O Crespo”, freqüentemente realizam em nosso estado, seminários e work shops com a intenção de difundir corretamente esta cultura. E mais precisamente em Campo Grande, entre tantos bons grafiteiros, podemos destacar o trabalho competente de Gil.

Graffiti


Muitas vezes, quando começamos a escrever uma palavra que usamos menos em nosso vocabulário, ficamos em dúvida quanto à maneira correta da escrita desta. Devemos saber que cada palavra tem sua origem e não devemos fugir dela. Assim acontece com a palavra graffiti, que é escrita de várias maneiras pela população brasileira. Exemplo: grafite, graffitti, graffit...
Resumindo, o graffiti é uma arte milenar antiga, oriunda das pinturas das cavernas feitas com carvão, e que existe até hoje. Através dela expressamos sentimentos e damos nosso grito de liberdade. Porém, a maneira correta de se escrever graffiti é GRAFFITI, vinda do italiano (GRAFFITO) e padronizada então até esta escrita atual.
Portanto, fica claro que não devem existir outras maneiras de escrita. Independentemente de sermos ou não brasileiros, o correto é seguirmos a origem não só da palavra graffiti, mas também de todas as outras.






HIP HOP DO MARANHÃO


Hip Hop do Maranhão, para todos os amantes do HIP HOP.


Estão abertas as inscrições para o I Seminário Jovem de Graffiti e Meio Ambiente, que será realizado nos dias 13 e 14 de junho, no Parque Botânico Vale – à Avenida dos Portugueses, em frente ao Hospital da Mulher, no Anjo da Guarda. As inscrições podem ser feitas somente pelo site da ACIB até o dia 10 de junho. Cada participante deve levar, no primeiro dia do evento, dois quilos de alimentos não-perecíveis, os quais serão doados às famílias afetadas pelas chuvas em São Luís.

Com o tema “Arte e cor: Uma nova ferramenta de conscientização ambiental”, o evento tem por objetivo apresentar à sociedade o produto final de um ano de palestras, oficinas e capacitações em “Graffiti e Educação Ambiental”, vivenciadas por 80 jovens das comunidades de Vila Embratel, Vila Maranhão, Rio dos Cachorros, Rio Grande e Porto Grande. Visa ainda fazer uma avaliação da parceria entre a Plan e a ACIB no desenvolvimento do Projeto Grafiteiros Ecológicos, a partir da visão dos próprios jovens.

Durante o seminário, ficará aberta à visitação pública a exposição dos jovens grafiteiros intitulada “Mãos que pintam um mundo melhor”. São 50 peças confeccionadas por adolescentes e jovens com idade entre 16 e 24 anos, que retratam, através da arte do graffiti, a situação do meio ambiente em que vivem e revelam ainda a idéia de Meio Ambiente que tanto eles almejam para suas comunidades. Após o seminário, os trabalhos ficarão cinco dias expostos na sede da Associação Comunitária Itaqui-Bacanga (ACIB) e depois seguirão para suas respectivas comunidades, para a apreciação dos pais, familiares e demais moradores.




HIP HOP DO MARANHÃO
Hip Hop do Maranhão, para todos os amantes do HIP HOP.

O GRAFFITI

O graffiti em si não há uma citação na história do hip hop onde ele começou primeiro, ou de que forma foram criadas letras e formas de se desenhar, mas há quem diga que ele foi o primeiro elemento a se formado. Naquela época gangues disputavam demarcando becos, muros e trens com seus nomes. Aos poucos a demarcação foi tomando segundo plano para uma verdadeira e nova forma de expressão artística, onde garotos com seus elementos futuristas ditavam novos estilos com o bico do ‘spray’ (nuts).
A influência latina é algo que podemos dizer que existe muito forte em todo trabalho...pois os maiores artistas veêm de países como, Colombia, Porto Rico e Bolívia...dos vários artistas do graffiti mundial citamos, Ramon Herrera, Lee Quiñones, Miguel"paco paco"Ramirez, Sandra "lady pink" Fabara, Futura, entre vários outros...








CREWS DE GRAFITTEARTE REVOLUCINARIA DO GUETO

NOVA GERAÇÃO
D2A
FORÇA ATIVA CREW

O vestígio mais fascinante deixado pelo homem através dos tempos em sua passagem pelo planeta foi, sem duvida a produção artística. Desta , a manifestação mais antiga, com certeza, foram os desenhos feitos nas paredes das cavernas. Aquelas pinturas rupestres são os primeiros exemplos de graffiti que encontramos na historia da arte. Elas representam animais, caçadores e símbolos muitos dos quais , ainda hoje , são enigmas para os arqueólogos , mas que de fato são significantes aos seres daquele contexto , como uma forma de expressão ou talvez transcrição do momento histórico. Não sabemos exatamente o que levou o homem das cavernas a fazer essas pinturas , mas o importante é que ele possuía uma linguagem simbólica própria. Nessa época os materiais utilizados eram terras de diferentes tonalidades, sucos de plantas, ossos fossilizados ou calcinados, misturados com água e gordura de animais. Hoje , usamos tintas em spray ou mesmo em latas , e não pintamos cervos e bisões , mas sim idéias , signos , que passam compor o visual urbano, talvez o contexto atual, decorrente de uma evolução, participante da arte também.
Maurício Villaça , um dos precursores da arte do graffiti no Brasil , partilhava da idéia de que graffiti são também as garatujas que fazemos desde a mais tenra idade, os rabiscos e gravações feitos em bancos de praça, banheiros, até mesmo aqueles que surgem quando falamos ao telefone. Assim , também o graffitar que se difunde de forma intensa nos centros urbanos significa riscar, documentar de forma consciente ou não , fatos e situações ao longo do tempo . Diz respeito a uma necessidade humana como dançar , falar , dormir , comer , etc.É possível dissociar essa necessidades humanas da liberdade de expressão .
Não existe graffiti ou quem produza de forma não democrática. Alias , o graffti veio para democratizar a arte, na medida em que acontece de forma arbitraria e descomprometida com qualquer limitação espacial ou ideológica. Todos os segmentos sociais podem vir a ser lidos pelos artistas do graffiti, assim como seus símbolos espalhados pela cidade podem ser lidos por todos, pois o graffiti engloba um linguajar e uma forma de expressão bastante ampla em sua contextualização ,
são diversas influencias talvez, não se pode dizer que o graffiti seria talvez uma "vanguarda", pois o propósito fundamental do graffiti , não é apenas cores fortes, traços leves, e assim por diante, são diversos recursos com a intenção de compor o espaço urbano de modo a estabelecer uma maior identificação com o leitor .
A palavra aqui usada e a grafia adotada (graffito) , que vem do italiano, inscrição ou desenhos de épocas antigas , toscamente riscados a ponta ou a carvão , em rochas , paredes etc. Graffiti é o plural de graffito . No singular , é usada para significar a técnica (pedaço de pintura no muro em claro e escuro). No plural , refere-se aos desenhos (os graffitis do Palácio de Pisa), a respeito de outras grafias adotadas, escolhi a de origem italiana , por que há palavras , que devem permanecer em sua grafia original pela intensidade significativa com a qual se textualiza dentro de um contexto.


Já no século XX , pintores mexicanos utilizando-se das técnicas da pintura mural , decoravam edifícios públicos. Como nos enormes murais executados por Diego Rivera , José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros, quando convidados pelo então intelectual revolucionário José Vasconcelos , na ocasião em que, após uma serie de golpes de Estado , sobe ao poder. Em 1905, Dr. AIL (pseudônimo do pintor Bernardo Carnada) publicou um manifesto defendendo a necessidade de uma arte publica. Em Barcelona , quinze anos mais tarde , Siqueiros fez apelo aos artistas da América proclamando a necessidade de se lançarem todos à tarefa de promover uma arte capaz de fala às multidões. "Pintaremos os muros das ruas e das paredes dos edifícios públicos, dos sindicatos, de todos os cantos onde se reúne gente que trabalha " afirmou Siqueiros.
No Brasil dos anos 50 , vários murais arrematavam as fachadas dos edifícios narrando temas da historia e da arte brasileira , como o realizado por Di Cavalcanti , com cerca de 15 metros de comprimento , na fachada do Teatro de Cultura Artística , na região central de São Paulo. Todos esses dados sobre muralismo , junto com a pop art , já apontavam para origem do graffiti contemporâneo enquanto expressão artística e humana. Essa manifestação , que começa a surgir no Brasil já nos anos 50, com a introdução do spray, segue pelos 60, passa pelos 70 e se consagra como linguagem artística nos anos 80, conquistando seu espaço na mídia, chegando à Bienal , a manchetes de jornais e até a novelas de TV, seguindo pelos anos 90 , e assim diante, em constante evolução.

Considerando pós-moderno , não podemos confundi-lo com pinturas em muro que, não advindo do novo, se enquadram , de uma forma ou de outra, nos padrões convencionais de pintura e não possuem uma produção considerável. Vale lembrar que toda manifestação artística representa a situação histórica em que esta ocorre , não por que necessariamente toda arte deva ser engajada, mas porque é realizada pelo sujeito histórico dentro de um contexto histórico-social e econômico. No entanto , o graffiti utilizando-se da cidade como suporte , a de retratar a situação , nesse meio presenciada ou vivida , assim relaciona automaticamente com a pichação também, cujo seu veiculo de existência também é o espaço urbano. Assim como o graffiti a pichação interfere no espaço , subverte valores, é espontânea , gratuita , em fim . Mas há diferenças, entre o graffiti e a pichação , é que o primeiro (graffiti) advém das artes plásticas e o segundo da escrita, ou seja, o graffiti privilegia a imagem, a pichação , a palavra ou a letra , sempre retratando o que a de convir ao contexto .
O graffiti ao utilizar o meio urbano como forma de expressão, contrario aos demais movimentos artísticos , que se inserem na sociedade através de um trabalho muitas vezes planejado e exposto em galerias e museus , faz com que seja bastante questionado. Um dos aspectos conceituais mais interessantes encontrados nessa linguagem (graffiti), é sem duvida, a questão da proibição, sempre presente , talvez um preconceito ou mesmo uma falta de informação a respeito do que acontece e a arte final prescrita no muro , faz com que muitos da população ajam a favor dessa proibição, ao visualizar esse tipo de ação. Ao observamos essa opressão, ou melhor dizendo essa proibição , percebemos que ela está ligada ao conceito de propriedade privada, ou seja, o que pensara o proprietário do espaço ao ver sua propriedade graffitada , sem sequer ser comunicado .
Engloba uma questão bastante ideológica ao referirmos a esse aspecto , porem a de convir que o graffiti por sua natureza intrínseca, sempre será marginal. Mas se focalizarmos o aspecto de pratica com as técnicas, de proposta de trabalho e de amadurecimento das obras , reconheceremos, num primeiro momento, uma fase de domínio marginal. Fase em que os artistas em "roles" pelas ruas da cidade pesquisavam e realizavam o graffiti basicamente preto e branco. Porem esse estilo, se é que podemos taxar dessa maneira, ainda tem suas raízes atuais , o fato de fazer graffitis com pouca elaboração e de maneira ilegal ainda aflora-se na mente dos artistas , assim podemos confirmar observado-se a cidade como um todo, e que em sua maioria é tomada por esse estilo, descrito como bombing , ou mesmo thronw-up, numa representação espontânea.
No entanto não podemos, dizer que a população vem encarando o graffiti a cada dia que se passa como um meio artístico da cidade, podem até afirmar isso , porem discordam da ação, assim vejo que a proibição está , mais do que nunca , em pauta . Vejamos , o presidente da Republica sancionou um lei ambiental , talvez nos anos 90 , um tempo atras , de numero 9.605, que entrou em vigor , no inicio de 1998, que alem de conceituar o graffiti e a pichação sem estabelecer distinção alguma, os declara crime contra o meio ambiente passível de penalidades . Paradoxalmente , esse impedimento do exercício coletivo de liberdade de criação contribui para que os artistas continuem na busca da perfeição , focos para alguns, superação , e firmar-se acima das possíveis criticas e da aceitação maior do publico, porem abrindo um leque também para , novamente a questão, a ação ilegal , que muitos a justificam pelo fato de haver uma proibição, e o ilegal é legal.
A trupe de graffiti americano , começou a despontar em 1980, junto com o movimento hip hop, fazendo parte dos tão falados 4 elementos, que no caso se ligam diretamente ao rap , são os DJ's , nos toca discos ,os MC's , no microfone, mandando sua mensagem, os B.Boys , entrando no compasso do rap com danças criativas, e os graffers , colorindo o meio em que passam. No Brasil esse estilo não só invadiu o metrô , varias experiências foram realizadas em termos de técnica , pois no inicio só se via um tipo de traço de spray. O tamanho padrão das latas, com jatos relativamente grossos, fez com que se buscassem novas possibilidades de variação de bicos. Assim percebeu-se que desodorantes e inseticidas possuíam bicos que produziam traços mais finos. A partir daí, descobriu-se que extraindo um pouco de ar da lata de tinta spray seu jato torna-se menos denso, e o traço mais fino , e assim fora se aprimorando. Por ultimo, tivemos a utilização do compressor, substituindo a lata de spray, porem muitos dos graffiteiros discordam da utilização dele pois alem de substituir as latas está substituindo o próprio graffiteiro, deixando o de comparsa a uma maquina .O estilo americano começou realmente a ser realizado em grande escala em 1989, com os gêmeos Gustavo e Otavio , Speto, Binho, Tinho e ,ainda, o excelente grupo Aerosol, que se destacaram entre outros. Hoje em dia, alem das letras coloridas, caracteristica do graffiti americano , estão aparecendo desenhos elaborados , partindo de apurada técnica. Esses desenhos traduzem o universo hip-hop em suas mais variadas nuances, com figuras humanas dançando, pensando, cantando , etc...bastante americanizado, porem , os mesmo estão caminhando para uma evolução, como podemos presenciar , esse estilo americano, esta sendo bastante abrasileirado, e assim expondo nossa cultura a população , assim entretendo e passando informações ao publico.

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