Julho 2009
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BBOY MUXIBINHA Começou a dançar aos 9 anos e com 11 já ganhou o seu primeiro titulo. Agora, com 19 anos, morador de Planaltina (Brasília), desenvolveu uma boa performance, estilo próprio e uma habilidade impressionante de interpretar as musicas enquanto dança.



Conseguiu se classificar na 16ª posição para o Red Bull BCOne. Atua como professor de Break Dance e já conquistou diversos títulos, tais como: 2000 – 2ª lugar: Solo battle CINB; 2001 – 1° lugar:Dançarino Revelação, Teatro Nacional; 2003 – B.boy Revelação, Passos de Artes; 2004 – Best B. Boy, Batalha 3Vs3; 2005 – 1° lugar: Batalha Brasil; e 2006 – 1° lugar: Prelims Red Bull BC One.


DANÇA DE RUA BRASIL A 1ª fase terminou e agora já temos os 10 melhores do Hip Hop na década, e na próxima semana iniciará a segunda fase onde você votará para a escolha dos 3 melhores do Hip Hop na década que serão premiados no palco do Prêmio Hutúz.


Os votos passaram pela audição e conforme o regulamento, os votos com o mesmo IP,CPF e E-mail foram desconsiderados. Tendo assim uma recontagem de todos os votos.



Aliados Force Crew

Atos Crew

Back Spin Crew

DF Zulu Breakers

Die Hard Crew

Muxibinha

Street Breakers Crew

Style Crew

Super Sonic B. Boys

Tsunami Allstars Crew



CONEXÃO BRASIL HIP HOP O evento tem o objetivo de integrar pessoas de diferentes realidades sócio-culturais com a cultura Hip-Hop, em prol do fortalecimento dos movimentos independentes de dança e da conscientização das responsabilidade social inplicítas na arte dentro de um ambiente educativo.



ECBF - Espaço Cultural Beija-Flor.


26 de Julho
Horário: 10 as 21

1° Ambiente:
Dj Tano (Funk e Break Beat)
1 vs 1
Roda livre

2° Ambiente:
Dj DanDan
Apresentação: Criolo doido e Esquilo Mc
Percussão Beija-Flor
Batalha 2 vs 2
Rachas shows 1 vs 1

Estrada Pedreira Alvarenga, 2343/9
Eldorado - Diadema - SP

Fones: 4049-4440 / 4047- 2231
Email: afrobreak@hotmail.com


Rival Vs Rival


"O grupo AfroBreak agradece a colaboração de todos que mandaram videos, idéias, criticas, etc.
Pedimos compreensão e respeito de todos aqueles que não foram selecionados para o Rival vs Rival deste ano, e obrigado por fazerem este evento crescer cada vez mais!!"



Duplas (2 vs 2)

· Aliens Crew
· Biohazard
· Electro Underground
· Diamond Breakers
· Unidade-A
· Gang Style
· Street Son
· Beat Squad
· Intrusos
· Sampa Master
· Daft Crazy
· Stylo Loko
· Style Show
· Crewest
· New Crew B.Boys
· Breakmon

A inscrição será de R$ 20 reais por dupla.
(Chegar no máximo até 13h, se atrasar colocaremos outra dupla)

1° Lugar: Troféu (Inédito), Certificado e Dinheiro;
2° Lugar: Certificado e Dinheiro;
3° Lugar: Certificado.

Regras:

Serão duas entradas de cada b.boy da dupla.
Não será permitido contato físico e desrespeito com a outra dupla, caso isto aconteça a dupla será desclassificada.
“E não adianta chorar, o breaking não é boxe, é expressão corporal”.

Racha Show (1 vs 1)

· Potira (Break of Lords) vs Monique ( Power Puff B.girls)
· Taz (Crewest) vs Ice (Beat Squad)
· Cesinha (Killer School) vs Lilo
· Leg’z (Epidemia) vs Custelinha
· Megaman (Daft Crazy) vs Rosinha (Break of Lords)
· Allan (Biohazard) vs Ratin
· Bia vs Camila (Overdose Crew)
· Breakin vs Felipinho (Intrusos)
· Fernandinho (Style Master) vs Ricardo (Nossa Crew)
· Elias (Street Son) vs Batata (Electro Underground)
· Binho vs Café
· Uiu (Daft Crazy) vs Nando (Diamond Breakers)
· Danniel vs Guto (Impact Prise )
· Amendoim vs Xino
· Leurry vs Pantchyo
· Xirrin vs Xirrion
· Jaiminho vs Siberiano

Kids

· João vs Thauan
· Fernando e Luis Eduardo vs Rick e Gustavo



Jurados

· Luan (Breakmon)
· Megaman (Daft Crazy)
· Vitri

Serão 2 entradas de cada um. E não será permitido contato físico e desrespeito com o outro;
Cada participante receberá certificado;
(Chegar no máximo até 13h).

OBS: Todos os participantes irão pagar entrada (R$ 4).

CONEXÃO BRASIL HIP HOP Rede cultural Beija-Flor e AfroBreak Apresenta:

Reunimos jovens dançarinos com diferentes técnicas de expressão corporal fora do seu padrão visto pelos B.BOYS e B.GIRLS, um evento que valoriza o dançarino e suas habilidades, todos tem um estilo e temos que valorizar o que somos; B.BOYNG,FLEX,TRICKS,POWER MOVIE, ABSTRACT, ou outra manifestação, queremos mostrar que todos tem diferentes técnicas mais tem o mesmo objetivo respeitando a raiz e a historia de vida dentro do movimento, o evento foi na ONG Rede cultural Beija-Flor na comunidade do eldorado/diadema, um ambiente saudável onde eles se expressaram.



"Não se limitem em seus movimentos, pensamentos, idéias o feio sempre é o bonito é o fluxo da sua imaginação que vem a perfeição dentro do seu espaço a dança não é só um padrão e sim uma liberdade de expressão, não receie crescer devagar, só tenha medo de permanecer imóvel "



Fonte: You Tube

CONEXÃO BRASIL HIP HOP Acontece dia 27 de fevereiro o desafio interestadual de bboys no formato 15 vs 15 , onde quinze (15) bboys representaram os seus respectivos estados, nesse desafio. Que tem a intenção de promover além da disputa um intercâmbio entre os protagonistas do hip hop do Maranhão e Piauí, também incluso na programação a presença do dj KL JAY (Racionais mc´s ) que encerrará o evento com um grande baile.


segue a lista dos bboys convocados que representarão o Maranhão.

1- bboy vinny (são luís )
2- bboy jeff (são luís )
3-bboy elias (são luís )
4-bboy francierre (são luís )
5-bboy leo (são luís )
6-bboy oton (são luís )
7-bboy gordo (coelho neto)
8-bboy jonh (caxias )
9-bboy giovany (coelho neto )
10 -bboy sabará (são luís )
11-bboy rafa (rosario )
12-bboy rafa (são luís )
13-bboy franklin (são luís )
14-bboy pintinho (são luís )
15-bboy skilo (são luís )

obs: todos os bboys foram analisados e indicados por :
Billy Black e oton Salazar

CONEXÃO BRASIL HIP HOP Amazon Bboy um dos grandes eventos que acontecem todo ano em Belém reune bboys de todo Brasil, em busca de ganhar todo esse prestígio, de ser reconhecidos como um dos melhores bboys do Amazon Bboy.

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Todos os elementos aqui, Rap, Break, Graffiti e DJ de todos os estados Brasileiros.

CAMPEAO DO HIP-HOP MEIO DO MUNDO 24 E 25 DE JANEIRO DE 2009



CONEXÃO BRASIL HIP HOP

B.boys de são paulo no master crews, o estilo breakdance representado pelo Brasil.
B.boys de são paulo no master crews, o estilo breakdance representado pelo Brasil.
Master Crews é um grande evento da cultura Hip-Hop, grande no RESPEITO, grande na qualidade, grande na presença de nomes que fizeram e fazem a cultura Hip-Hop no Brasil. Seu crescimento é constante assim como cresce o Hip-Hop brasileiro nacional e internacionalmente, a cada novo recurso conseguido, mais melhorias são feitas; na escolha do local do evento, na estrutura de som e palco, na recepção ao público, enfim, em tudo que possa agradar. A cada ano cresce a qualidade do evento e dos que vem ao Master Crews, fazendo dele uma vitrine da evolução, ao mesmo tempo que mantém a tradição e originalidade.

Os organizadores do evento entendem que a cultura Hip-Hop merece RESPEITO, respeito este que só quem faz parte desta manifestação pode proporcionar, pois vivem na pele as dificuldades e os sucessos desta caminhada. Entendem quem vai ao Master Crews como parte de um todo, e não como meros números na bilheteria. Todos colaboram para que o evento continue.



Esta é a grande reunião que fecha um ano de apresentações, oficinas culturais, palestras, debates, manifestações, ou seja, trabalho e compromisso. Lugar para trazer a família, amigos de diferentes culturas, e mostrar que isto vai muito além do que aparece na TV, que é mais que um produto. Hip-Hop não é uma marca e nem depende de nenhuma pra existir.

Fonte: Master Crew

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Free Life Break é um Grupo de dança de rua da cidade de Codó - MA que teve um grande destaque nos últimos meses, com a chegada de um bboy Chamado Boka, puro powermove ficou melhor ainda!!!

CONEXÃO BRASIL HIP HOPUma das Batalhas de Break mais emocionante que já aconteceu em Caxias, jugam os bboys e bgirls que poderam prestígiar esse grande evento que reuniu um público completamente estasiado com os movimentos dos bboys e bgirls.


Uma batalha que premiou o grupo Rock Style Crew, onde teve uma incrível disputa com a Nação Crew, uma crew de garotos com faixa etária de 10 à 12 anos de idade.

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Alertar os jovens sobre os malefícios gerados pelo consumo de drogas e falar sobre violência urbana. Este é o objetivo da banda paulista de hip-hop Ao Cubo, que se apresenta amanha em Curitiba, no ginásio do Paraná Clube. O show marca o início do projeto Ação resgate, que visa tirar pessoas entre 14 e 25 anos de idade de situações de risco.

“Entre uma música e outra que apresentamos, conversamos com o público sobre a importância do respeito ao próximo e à família, da fé em Deus e da consciência de que somos nós que construímos nosso futuro”, conta o vocalista da banda, conhecido como Feijão. “Também realizamos trabalhos em escolas, casas de recuperação, presídios e favelas.”

As canções da banda, criada no ano de 2003, relatam um pouco do cotidiano do gueto de São Paulo, abordando temas como violência, drogas, morte, abandono, gravidez na adolescência, entre outros.

Na capital paranaense, o grupo vai apresentar músicas do primeiro CD, Respire fundo, de 2004, com o qual receberam o prêmio Hutúz, um dos mais significativos da cultura hip-hop do País; e do segundo, Entre o desespero e a esperança, lançado em setembro do ano passado.

Além de Feijão, compõem a banda Dona Kelly, Cléber e Rogério. Os quatro tiveram pouca ou nenhuma experiência como usuários de drogas. Entretanto, dizem que não é preciso experimentar para saber os malefícios que as mesmas geram à saúde e à vida de uma pessoa.

CONEXÃO BRASIL HIP HOP


São 10 anos de Hutúz e durante esse tempo vários B,boys e B. girls já mostraram sua diversidade nos movimentos de Break, Popping, Locking, Boogaloo, Eletric Boogaloo e muito mais.
Todos os adeptos a esta expressão artística estão convidados a participar desta batalha, que vai premiar as duplas que podem vir de qualquer lugar do país. Não fique fora da batalha comemorativa aos 10 anos do Festival Hutúz.


Aqui está galera o BOTY (Battle Of The Year) para baixar Grátis
01 - Toni L feat. Larry D - B-Boy Interlutioni
02 - Grandwizard Thaid - Let's Get This Party Started
03 - Rick Ski & Science Fiction - Return Of The Dope Overlor
04 - Rappinhood - Motherfunker
05 - Double D - Makin Moves
06 - Hawkeye - Rock The Place
07 - Cutmaster GB - This Is The Way We Rock
08 - Spartanic Rockers - Why Should I Move When I Can Dance
09 - Dynamik Bass System - Express To Jupiter
10 - Donald D - B-Boy Rock
11 - Atari Bros - Fight Club
12 - Muffin Tunes - B-Boy Lounge
13 - Chillig - Do The Chillig

Servidor: easy-share Tamanho:38.06 MB Formato: RA



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CD Red Bull BC One 2005 soudtracks músicas
Um das edições do mundial de Breaking Red Bull BC One mais emocionantes na história do evento e que consagrou o Campeão Bboy Lilou ao seu primeiro título, futuramente em 2009 ele seria pela primeira vez bicampeão de um dos maiores e mais famoso campeonato de bboy mundial. Na edição Red Bull BC One 20005, os 16 melhores bboys participaram de uma emocionante batalha onde todos eles levaram reconhecimento da arte da Dança Breaking por todo o mundo.

Bboy Pelezinho representou o Brasil e obteve grande êxito em suas performances, Alex José Gomes Eduardo, o Bboy Pelezinho começou sua trajetória na dança a partir dos 13 anos de idade, hoje ele faz participações em diversos programas de TV e Shows juntamento com o Rapper Marcelo D2.
Tenha em seus treinos todas as músicas tocadas no Red Bull BC One 2005 e incremente seus treinos com breakbeats do maior campeonato individual de bboys.

Faixas

01 - Moy vs. Hong10
02 - Machine vs Brahim
03 - Born vs Ronnie
04 - Jora vs Junior
05 - Ronnie vs Pelezinho
06 - Physicx vs Lilou
07 - Bennie vs Omar
08 - Hilty+Bosch
09 - Omar vs Lilou (can boogie)
10 - Sonic vs Pelezinho
11 - Hong10 vs Machine
12 - 1.Semi Finals - Hong10 vs Pelezinho
13 - 2. Semi Finals - Ronnie vs Lilou
14 - Beatbox Legend Rahzel Live on BC One 2005

Rapidshare


Megaupload

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Info: This is a pretty nice Mix CD with 50 dope bboy beats compiled/edited by me... Some dope bboy breaks for you're trainings/ipod/mp3 player/etc. Dedicated to ALL Romanian Bboys and to YOU! Tell me if you like it [I hope you will] EnJOY! Size: 130 Mb Length: 01:10:30

min Quality: 256 Kbit/s

Format: MP3

Style: Funk/Break's/Dope Beats/New Funk

Release: 2009 Upload/Compiled: Crazy_B Tracklist:

Crazy PenGu' - Track 01 Crazy PenGu' - Track 02 Crazy PenGu' - Track 03 . . . Crazy PenGu' - Track 50




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BRASIL HIP HOP
Divulgada programação do Piauí Pop, um evento muito importante dentro da capital do Piauí. Confira:

PALCO TORQUATO NETO
SEXTA-FEIRA - DIA 04

NXZERO
ENGENHEIROS DO HAWAI
CAPITAL INICIAL
ALMAH


SÁBADO - DIA 05

GABRIEL, O PENSADOR
VANESSA DA MATA
OS PARALAMAS DO SUCESSO
NATIRUTS

DOMINGO – DIA 06

BANDUIRÁ
ANA CAROLINA
O RAPPA
MONOBLOCO

LINE UP - TENDA ELETRÔNICA
SEXTA-FEIRA - DIA 04

Pastel (electro)
Donato (electro punk)
Vinicius Veras (electrohouse)
Fábio (Techno)
LIFE STYLE (Psy SP)
Ayhuaska (Psy)

SÁBADO - DIA 05

LeuzZ e Mano Robson Mc (Hip Hop)
DavidfX (electrohouse)
Carlos Kleber (Techno)
AUDIO-X (Psy SP)
Phypho (Psy)

DOMINGO – DIA 06

Gringo Vs Dudu Carioca (Hip Hop)
Thi.co (Minimal)
Dorivan (Progressive House)
Fabricio Vs.Byron (Drum nBass)
INGRID (Electro 3plus+SP)
Eduardo Marreiros Vs Samis S. (UpLiftingTrance)
Kronus (Time Control Live)(Psy)

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BRASIL HIP HOP

Com o objetivo de fortalecer o movimento Hip Hop no município, a Fundação Municipal Cultura de Timon apoiou a realização do 3º Festival de Hip Hop de Timon, o evento contou com a participação de grupos de Teresina, São Luis e da região dos cocais. A programação começou á tarde com atividades na Praça do Conjunto Palestina onde foram realizadas oficinas de grafite, de tranças, dança, serigrafia e etc. Essas oficinas são destinadas aos jovens da comunidade com o objetivo de capacitá-los para que tenham uma renda no futuro.

Este ano os trabalhos do movimento Hip Hop contam mais uma vez com a parceria da Prefeitura Municipal, através da Fundação Municipal de Cultural, essa união vem engrandecendo o trabalho dos jovens do Hip Hop. A prefeitura tem ajudado de várias formas com doações de material de serigrafia, como, tinta, compressor, camisetas e uma casa onde fica a sede da associação do movimento Hip Hop de Timon.

Além de ser uma forma de expressão artística socialmente engajada, a cultura Hip Hop tem outras facetas. Ela também pode servir de apoio ao empreendedorismo e à geração de emprego e renda. " Nós queremos capacitar os grupos, acima de tudo, fazer com que eles façam sua renda, por que este é um dos pedidos da prefeita que a Fundação Cultural quer fazer, não apenas ajudá-los, mas capacitá-los para que eles não se mantenham apenas com ajuda da prefeitura ,mas que possam se ajudar, gerar renda para a associação, por isso damos atenção especial as oficinas." Afirmou a presidente da Fundação Cultural de Timon, Cláudia Regina.

O movimento Hip Hop conta com 12 instrutores e 120 jovens, que participam de oficinas e palestras realizadas pelo movimento, essas oficinas são destinadas aos jovens da comunidade com o objetivo de capacitá-los para que tenham uma renda no futuro.







DANÇA DE RUA MARANHÃO
Dança de Rua Maranhão, para todos os bboys de plantão, para amantes do HIP HOP.

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BRASIL HIP HOP Na cultura Hip Hop desde 2001, o Luziense Pedro Diego "Nobe Rimador" foi um dos fundadores do grupo Quebra Banca em 2004, grupo qual teve suas primeiras experiências no palco. Em 2005 com sua saída do grupo, inicia seu projeto solo o EP intitulado "Apresentando a vocês" em parceria com o MC e beatmaker Gurila Mangani. Em 2009 Nobe dara início ao processo de produção de seu primeiro álbum, que sera produzido pela Xeque Mate Produções.

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BRASIL HIP HOP


Um dos principais grupos de rap e hip hop brasileiros, surgiu no final da década de 80 na periferia de São Paulo com um discurso contra a opressão às populações marginalizadas nas grandes metrópoles brasileiras. A primeira gravação foi em 1988, na coletânea "Consciência Black". Dois anos depois, o primeiro disco solo, "Holocausto Urbano" levou o grupo a fazer uma série de shows pela Grande São Paulo, tornando-o mais conhecido. Em 1991 abriram para o show do grupo norte-americano Public Enemy, um dos pioneiros e mais famosos grupos de hip hop. A partir de 1992 os integrantes dos Racionais passaram a desenvolver um trabalho voltado para comunidades pobres da periferia, fazendo palestras em escolas sobre drogas e violência policial, racismo e outros temas. Combativos, em suas letras procuram passar uma postura até mesmo agressiva contra a submissão e a miséria, usando a linguagem da periferia, com gírias e expressões típicas. No final de 1994 um show no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, acabou em confusão e quebra-quebra quando os integrantes do grupo foram presos pela polícia sob acusação de incitação à violência. A violência policial é um dos temas mais constantes nas letras dos Racionais. O disco "Sobrevivendo no Inferno" levou o sucesso do grupo a um outro patamar, alcançando a marca das 500 mil cópias vendidas. No entanto, o conjunto adota uma postura dúbia em relação à mídia e à indústria fonográfica, que dizem ser parte do sistema que combatem. Algumas músicas dos Racionais são "Fim de Semana no Parque", "Pânico na Zona Sul"; Mulheres Vulgares", "Hey Boy", "Diário de um Detento", "Fórmula Mágica da Paz", "Homem na Estrada". A formação do grupo é com Mano Brown, Edy Rock, Ice Blue e Kl Jay.
Fonte:Noticiário Periférico

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Graffiti - para que você tenha uma idéia nítida de como identificar um graffiti, basta entender que toda ou qualquer inscrição feita na parede, é um graffiti.

Conhecido pelo nome original “grafito”, o graffiti pode ser considerado a primeira forma de escrita do mundo. Durante a década de 60, o graffiti assume nas ruas da França e Itália, um formato um tanto diferenciado pelo qual estamos acostumados a identificá-lo, sem a predominância multicolorida, com letras e desenhos abstratos e tridimensionais, que nos permitiria admirá-los, sendo visto através de frases de resistência à um sistema opressor (bem parecido com àquelas frases de “fora FHC” ou a famosa “Diretas Já!” que predominam ainda hoje nos muros de nossa cidade). Já na década 70, o graffiti reaparece, só que desta vez, nos Estados Unidos. Assumindo um estilo de protesto diferente dos países europeus, ele adquire um formato bem próximo do que viria a ser o seu original nos anos seguintes: com frases e desenhos multicoloridos nos vagões de metrô. Então, é neste período que a “graffiti spray can art” passa a assumir o seu formato definitivo, sendo vista de maneira frontal, e direcionando o seu nome o quanto arte e desenvolvendo estilos, sendo praticada agora pelos adolescentes negros e hispânicos dos bairros nova-iorquinos. Inspirados por nomes como Vaungh Bodê (cartunista muito popular na época, que retratava em seus quadrinhos um mundo de magia e fantasia, num ato de protesto à guerra do Vietnã), estes jovens, numa busca, mesmo que inconsciente, de sua afirmação social, procuravam dar asas aos seus estilos nos vagões de metrô, paredes de linhas férreas, prédios abandonados, muros e becos da cidade de Nova Iorque:


“Era como pular uma cerca, uma cerca escolar. Você escreve seu nome no pátio, espera o trem passar, e daí ganha o dia: Uau! Meu nome está viajando em Nova Iorque inteira!” - (KRS-One/ rapper e grafiteiro)


Nomes como Taki 183, Lee Quiñones, Phase 2, Blade, Daze, Crash, Zephyr, Lady Pink, Noc e Kase 2 fizeram do graffiti uma das linguagens mais fortes de uma juventude desassistida, vivendo em uma comunidade à mercê da violência e das drogas. É importante ressaltar, que, muitas vezes esses “writers”, foram freqüentemente confundidos pela lei como integrantes de gangues de rua, pelo fato destas utilizarem muitas vezes de alguns estilos do graffiti para a demarcação dos seus territórios.



Estilos:

Tag - assinaturas feitas à base do spray, ou, em algumas circunstâncias, canetão. É considerado a assinatura do “writer”. É também visto no formato de frases que complementam um desenho ou um outro estilo de letra. Quando utilizado negativamente, ele pode ser interpretado como o que conhecemos pateticamente por “pichação”.

Throw-up - estilo de pintura elaborado de forma rápida, sem muitos detalhes na estética, que simula algo proibido como a pichação, à base de duas ou três cores apenas, através de rolos para encher as letras e desenhos e sprays para contornos.

Piece - bem similar a forma dos hippies, este estilo pode ser considerado um dos primeiros na escala evolutiva do graffiti em Nova York. Ao contrário do throw-up, suas letras e desenhos apresentam um tom de estética mais apurado e a liberdade de se trabalhar com um número superior a três cores. É também, bem apreciado pela sua facilidade de interpretação.

3D - um dos mais sofisticados estilos de graffiti. Desenvolvido já no fim dos anos 80, o 3d é o “Salvador Dali” do graffiti, com suas letras e desenhos tridimensionais, que possibilitam, muitas vezes, a interpretação única de quem é do meio somente.

Para que você tenha uma idéia mais profunda do que vem a ser a arte do graffiti no Rio de Janeiro, a crew carioca “Nação Gaffiti”, formada pelos writers Chico, Ment e Airá “O Crespo”, freqüentemente realizam em nosso estado, seminários e work shops com a intenção de difundir corretamente esta cultura. E mais precisamente em Campo Grande, entre tantos bons grafiteiros, podemos destacar o trabalho competente de Gil.



É lamentável ouvir nos dias de hoje, opiniões precipitadas por parte de algumas pessoas da nova escola do hip-hop a respeito da black music. Frases como: aquilo é festa que só rola black... Black music é o c..., o negócio é hip-hop!, ilustram o estado de consciência daqueles que se intitulam os membros de um movimento entendido como hip-hop. Infelizmente percebesse-se, que, muito pouco ou realmente nada se sabe a cerca daquilo que estes julgam defender... Neste caso, cabe ressaltar que o rap, o quanto música, é um elemento, e também o último a compor as galhas da gigantesca árvore da black music; e, para que talvez este preconceito passe a não existir mais em nosso meio, resolvi desenvolver um resumo que pudesse servir de guia explicativo para romper as dúvidas naturais sobre este assunto:

Blues- estilo musical afro-americano, caracterizado por expressivas modulações (blue notes), qualidades tonais únicas e fraseado original, com temas tristes, de desilusão amorosa sob a ótica da condição negra, influenciado pela matriz africana no padrão de “chamados e respostas” dos refrões, e na imitação de frases vocais através dos instrumentos, em especial a guitarra.. O blues nasce no sul dos EUA, no delta do Mississipi, no fim do séc. XIX, tendo como referência básica os bluesmen WC Handy e Charlie Patton.
Atingindo sua maturidade no norte (Chicago), o blues passa a influenciar todos os estilos de jazz, consagrando durante os anos 20 Bessie Smith fazendo dela sua intérprete clássica (Mama’s Got the Blues); enquanto que Louis Armistrong, com suas inovações, faz com que o blues e o jazz ocupem notavelmente a categoria de expressão artística. Billie Holiday, também pode ser lembrada
como a cantora das décadas de 30 e 40.
Nos anos 40, surge a modalidade do be-bop, popularizada por Charlie Parker e Dizzy Gillespie, trazendo desta forma, uma nova concepção harmônica, dando inclusive, influência na música contemporânea e no rock.

Funk- estilo de rock negro surgido nos EUA por volta de 1970, marcado por personalidades de artistas como James Brown, Sly Stone e Stevie Wonder.

Gospel- cântico religioso dos negros no sul dos EUA durante a escravidão. Pode-se afirmar que do gospel originaram-se ritmos como o jazz, rock e funk, fazendo dele o ponto de partida para o conceito da black music. Deste gênero, destacaram-se nomes como Mahalia Jackson, Aretha Franklin, Al Green e Kirk Franklin.

Jazz- música afro-americana criada no início do século (1890-1910) pelas comunidades negras do sul dos EUA, baseada principalmente na improvisação, no tratamento original da matéria sonora e em uma valorização específica do ritmo (swing). Neste período, ocorre em Nova Orleans a fusão de três estilos musicais até então paralelos: a música popular dos negros (música religiosa, cantos de trabalho e em especial o blues), o ragtime e a versão “branca”, europeizada, da popular afro-americana (música de vaudeville). Esta síntese passa a ser possível graças à harmonia criada entre as diversas etnias negras existentes na época, cujo uma delas, por ser de expressão francesa, consegue a apreciação do código legislativo da Louisiana que passa a considerá-lo como uma expressão autenticamente negra. Destacaram-se ao longo do tempo nomes importantes como Jelly Roll, Sidney Bechet e Louis Armstrong.

Rap- conhecido pela tradução da sigla “ritmo & poesia”, o rap aparece nas ruas do bairro do Bronx por volta de 1975, através das popularizações do projeto do dj Grand “Master” Flash: o grupo de rap The Furious Five. Embora o rap faça parte da cultura hip-hop, e, atualmente, tenha adquirido a aceitação e participação das demais raças, ele ainda carrega em seu DNA a predominância legitima da raça negra em suas características, vindo o quanto expressão musical compor, dentro da modernidade, sua colocação junto à árvore da black music. Personalidades como Grand “Master” Flash & The Furious Five, Afrika Bambaataa & The Soul Sonic Force e Run DMC alavancaram o gênero para mundo, tornando-o uma indústria poderosa de 1 bilhão de dólares.

Rhytm and Blues- gênero de música popular negra norte-americana surgida em torno de 1940 através da fusão entre o blues, o jazz e o gospel, indissociável à dança, na qual o rock-and-roll se inspirou profundamente. Do r&b, se destacaram e se destacam até hoje grandes nomes: Chaka Khan, Teddy Pendergrass, Mary J. Blige...

Rock-and-Roll- estilo musical com predominância vocal, nascido nos EUA, do encontro da música popular negra (blues e r&b) com elementos tomados do folk dos brancos (música hillbilly, country and western). Caracterizado por um ritmo 4/4 fortemente apoiado no segundo e quarto tempo, o r&r utiliza uma instrumentação onde predominam as guitarras elétricas e a bateria. Por ser um gênero adotado por dois pais, um branco e outro negro, o rock gera na década de 50 dois paralelos: o negro, originário do blues, mais agitado, revelou nomes como Little Richard, Bo Didley e Chuck Berry; enquanto que o branco, sob a conotação de rockabilly, com influências sulistas, trouxe nomes como Elvis Presley, Buddy Holly, Eddie Cochran, Ricky Nelson, Gene Vincent, Carl Parkins e Jerry Lee Lewis. De todo o modo, tal ancestralidade pode ser atribuída à raça negra, que, diante da raça branca, não possuía a mídia em seu favor para divulgar sua mais nova descoberta sonora...

Soul- nome adotado na década de 60, a um tipo de música popular negra derivada do r&b, do qual muitos movimentos negros da época se inspiraram politicamente para conotar através das trilhas sonoras suas reivindicações. Se destacaram deste gênero nomes importantes como Aretha Franklin, Wilson Pickett, Al Green, Stivie Wonder, Smokey Robinson, Marvin Gaye e James Brown.

Para que se entenda de forma prática, “black music” é todo e qualquer gênero musical, negro, de procedência afro-americana. No Brasil, muitos artistas, afro-brasileiros, conseguiram reproduções dignas de nosso apreço e respeito: Simoninha, Cláudio Zoli, Ed Motta, Jair Oliveira, Racionais MCs, Pregador Luo, Max de Castro, Paula Lima, Motirô, Hannah Lima, Daddy Kall, Seu Jorge, Marcelo D2, Silveira, B. Negão, Pedro Mariano, Luciana Melo e Robson Nascimento, são apenas uma pequena mostra de uma safra que, graças à magia da diáspora, adicionou temperos nacionais em ritmos internacionais, tornando-os ainda mais nosso...

Após este breve estudo, esperemos que haja alguma mudança dentro do hip-hop nacional em se tratando de sentimento de inclusão a outros ritmos, pelos quais, muitas vezes, julgamos não ter uma relação mais direta para a formação do nosso rap. Isto também vale para os ditos entendedores de black music, conhecidos como “charmeiros”, que, em sua minoria, pateticamente a tratam como que se fosse simplesmente um resumo entre o r&b e o soul. Ao contrário do que está preestabelecido, é necessário que não apenas gostemos do ritmo, mas também entendamos ou estejamos abertos as informações relacionadas àquilo que apreciamos.

A black music agradece e o hip-hop também!

TR
(Acorda Hip-hop!)

“Quem fala que só curte jungle e que não gosta de mais nada é hipócrita. Se eu entrar na casa dele, vou achar discos dos Bee Gees e Diana Ross. A mesma coisa vale pra quem disse que só ouve house, se eu for pra dele vou achar discos de rock e funk. E o mesmo vale pro cara que fala que só ouve hip-hop, vou achar estilos diferentes na casa dele também. As pessoas gostam de todos os estilos musicais. Elas se amarram num estilo e agem como se fosse delas. Música é música”.

Afrika Bambaataa

Fonte:eBlack Music

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DJ (Disc Jóquei) – figura antológica do hip-hop. Foi o responsável por reunir os demais elementos para a arquitetura da cultura. Na Jamaica, não era visto como apenas um animador de festas, mas como uma divindade sacerdotal, que tinha a de missão interligar o povo à Jah (Deus), através dos estilos roots, ska e dub. Havia um velho costume no raggae: de djs falarem sobre músicas de discos ao toca-las e interagirem com o púbico. Tal prática era compreendida pelo nome toast. Pode-se afirmar inclusive, que o dj fora o primeiro mc, antes mesmo deste elemento assumir seu formato original e individual. Devido esta ancestralidade cultural, muitos entendidos tendem a tropeçar nas suas explicações históricas quanto ao nascimento do rap, alegando ser a Jamaica o seu berço verdadeiro. Embora o dj jamaicano tenha sido a referência principal na construção do rap, cabe lembrar que o canto falado tem sua raiz fundamentada na África há milênios, e aonde quer que exista a presença africana no mundo, existe também a presença da oratória por sobre a música.No jazz, no blues e até nas pregações de um pastor afro-
americano, predomina-se a expressão do discurso por sobre as bases instrumentais. Os griots (sacerdotes religiosos africanos, contadores de histórias, que estiveram presentes em todas as partes do mundo onde se poderia identificar a escravidão), por exemplo, narravam os feitos heróicos dos negros através do canto falado. Mas, mesmo com toda referência do canto falado presente nas culturas africanas, o nascedouro do rap – entendido como cultura através deste nome – foi nas ruas do bairro do Bronx.

É importante ressaltar, que, um dos incentivadores da valorização do papel do dj e da construção da cultura hip-hop fora o dj jamaicano Kool Herc, que, através do seu equipamento ambulante, levou a tradição das festas de rua (block parties), da Jamaica para o Bronx, reunindo dançarinos e grafiteiros num mesmo espaço. Herc tornou-se também o inspirador de djs como Afrika Bambaataa e Grand “Master” Flash, e juntos, idealizaram a cultura hip-hop...

Africa Bambaataa

Da mesma maneira que existem estilos diferentes no rap, os djs ligados à cultura também apresentam as suas diferenças, chegando inclusive a se tornarem produtores, verdadeiros acrobatas por sobre os toca discos e exímios remixadores, fazendo com que muitos sons undergounds, se tornem aceitos nas pistas de dança.
Aqui no Rio, enquanto que o dj Cley 2, Branquynho e Claysoul – todos de Campo Grande – assumem o papel de excelentes remixadores, os djs Juan (Six), Boneco (Masta Basta), Phabyo e Bráulio (Castelo das Pedras), GL Jay (ex-Artigo 288), Magic Júlio (banda Afroreggae), Negralha (O Rappa) e Babão (Brutal Crew), mostram que as MK2 (toca-discos profissionais) , não se tornaram relíquias de museu...

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MC (Mestre de Cerimonias ou Controlador de Microfones)- é importante ressaltar, que, o mc de nada tem a ver com a pessoa do rapper, pois, a sua existência se faz anteriormente na própria Jamaica, como já vimos na matéria anterior. A figura do mc passa portanto a tomar sua devida forma e conotação, nas ruas do bairro do Bronx, nas festas organizadas por Kool Herc, em 1975. Garotos bem ousados, improvisavam rimas e interagiam com o público através delas, obtendo repostas uníssonas e vibrantes. E é dessa forma que surge Coke La Rock , considerado o primeiro “mestre de cerimonias” da história do hip-hop americano. La Rock se tornou responsável por frases que até hoje fazem parte da “cultura gringa”:

“Rock tha house! To the beat y’all! Rock on! You don’t stop!”

A partir de então outros nomes passaram a fazer parte do universo rimático, como é o caso de Clark Kent e Lovebug Starski, um dos prediletos de Afrika Bambaata. Pode-se afirmar inclusive, que, Starski fora um dos responsáveis por popularizar a expressão “hip-hop”, antes mesmo do surgimento da “nova cultura”, através da eterna frase:

“Hip-hop till you don’t stop!”

Batalhas- tudo acontecia às mil maravilhas no “novo reino da cultura urbana”, até que um mc de nome Busy Bee, resolve esquentar o clima, alegando que as rimas improvisadas de tons festivos estavam se tornando “coisa de Marica”. Então, no inicio dos anos 80, ele passa a fazer rimas desafiadoras contra outros mcs. Tal prática, desencadeou no público um efeito ainda mais intenso que as antigas rimas. Em 1987, o rapper Kool Moe Dee, lança em seu álbum rimas em forma de batalha contra o rapper LL Cool J, enquanto que o grupo Boggie Down Productions (BDP) repetem a dose, implementando este estilo em suas músicas, em afronta ao Juice Crew, resultando em consideráveis vendas de LPs e shows abarrotados.


Cabe lembrar que pelo fato do hip-hop ser uma cultura criada um meio a desordem social, batalhas como estas estão presentes em todos os elementos do hip-hop, em formatações respectivas à cada atividade: no graffiti, existe a batalha de cores; no breakin’, no poppin’ e no lockin’, a batalha da dança; no dj, a batalha de scratch; e no rap, a batalha de mcs...Ao contrários dos conflitos das gangues de rua, por disputas de território, estas batalhas só servem para entreter as pessoas e testar o nível de capacidade de cada
competidor. Seja bem vindo ao jogo!

Rapper- você deve estar se perguntando: mc não é sinônimo de rapper? Não! Os primeiros rappers surgem por volta de 1976, através das vozes dos The Furious Five, produzidos pelo dj Grand “Master” Flash, que passam a introduzir versos completos e rimados, o quê podemos denominar de “rap (rhytm and poetry)”.

É importante destacar que o mc pode ser um rapper ou vice-versa, como também, todo e qualquer membro da cultura hip-hop, pode assumir mais de um elemento contido nela – de acordo com seu dom – porém, cada elemento possui seu valor distinto...

Beat Box- quando não se tinha à mão a presença dos toca-discos, a improvisação instrumental tomava corpo através das batidas e efeitos desenvolvidos através da boca, denominando-se beat box. Depois de sua aparição, esta modalidade se tornou um atrativo à mais em muitos palcos e álbuns de rap. Um dos nomes mais respeitados nessa técnica é o de Buffy. Integrado ao grupo Fat Boys, Buffy se torna popular sendo conhecido como “Buff, o Beat Box Humano”, chegando a ganhar, em 1993, um concurso de talentos no Radio City Music Hall.

Um bom exemplo de batalhas de mcs no Rio, são os eventos realizados pela Brutal Crew, que consegue reunir rimadores de todos os cantos do estado, chegando a receber inclusive, visitantes de outros estados. Em Campo Grande, dentre muitos representantes, destaco a presença inusitada e ativa de uma mc: Queen, assumindo a dupla personalidade mc-rapper.

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A atração do Boca da Noite desta quarta-feira é o grupo de Hip Hop A Irmandade

A atração desta quarta-feira (27), do Projeto Boca da Noite, desenvolvido pela Fundação Cultural do Piauí (Fundac), é o grupo de Hip Hop A Irmandade, formado pelos integrantes Preto Kedé, Lu e Aliado, criados na zona Sul de Teresina. O grupo se apresenta a partir das 19h, no Espaço Osório Júnior, no Clube dos Diários.
A Irmandade já realizou diversas apresentações em festivais importantes como o Chapadão, no Encontro Maranhense de Hip Hop, realizado em São Luís, e na Festa da Beleza Negra. A ideia do grupo é conscientizar a sociedade, em especial a juventude, através de letras politizadas sobre temas como drogas e violência.
O Grupo já lançou três clipes: Superman, Resistir e Lembranças que Corroem. O show do projeto Boca da Noite vai ser marcado por um repertório com composições próprias do grupo, como Correria, De Pé do Mundão, Vai Vendo, Solução, Verdades, Acreditar, Interlúdio, Lembranças que Corroem, Três Contos, Lembranças e Saudades, Resistir e Salve!.
Contatos do Grupo A Irmandade: (86) 3211 2502, 9408 2413 e 9417 6808.

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Hannah Lima (Rio de Janeiro)

Nascida em Carangola, M.G., veio para o Rio de Janeiro ainda criança com os seus pais e cresceu entre os bairros Flamengo, Vila Isabel e Rocha Miranda.A cantora e compositora Hannah Lima tornou-se grande representante feminina da fusão RnB e RAP assumindo corajosamente as semelhanças e diferenças entre essas duas vertentes musicais da Cultura Negra, gravando o seu primeiro CD em 1999 intitulado "Intuitiva".

Compondo e participando em vários trabalhos com artistas como: Lady Zu, Débora Blando, SNZ, Kelly Moore, Black Alien, MV Bill, Macarrão, Buiúdadoze, Kapella, Labuta , Edd Wheeler , entre outros.

Vera Veronika (Brasília)
Integrando e Militando no movimento cultural HIP-HOP desde o ano de 1992, VERA VERONIKA actua como Rapper, Pedagoga, Palestrante e Produtora de eventos culturais, voltados para as comunidades carentes, jovens em estado de risco, questões raciais e de género e projectos sociais.

O 1º trabalho solo, intitulado VERA VERONIKA CANTA-MPB-RAP Música p/ o Povo Brasileiro em Rítmo e Poesia, é um cd com 26 faixas,entre musicas e interludes RAP´S , SAMBAS; REGGAE;CHARES e MPB, com variadas participações como GOG , X-ex cambio negro ,DINO BLACK ,DJ RAFFA, R-DY, REY- cirurgia moral , entre outros nomes do RAP NACIONAL .

Vanessa Jackson (São Paulo)
Nascida numa família de músicos, o pai Francisco Moraes, é musico profissional e o seu tio, o mítico pianista de samba jazz Dom Salvador. Passou pelo conservatório para estudar música clássica e aos treze anos iniciou sua carreira como cantora na noite, fez backing-vocals, dos grupos Art Popular, Soweto e Wilson Simoninha.

Eleita pelo público com aproximadamente 18 milhões de votos, ganhar o FAMA, foi o primeiro passo que a consagraria entre os grandes nomes da MPB. Cantou ao lado de grandes nomes como: Jimmy Cliff, Youssou N`Dour, Araketu, Roberto Carlos, Dog Murras, Erica Nelumba, Shaggy, entre outros.

Vanessa Jackson apresenta-se no Bourbon Street onde começou a sua carreira e continua a fazer shows e eventos para: Ambev, Tim, Sansung, Casas Bahia, Grupo Martins, Bic, Festa 1º Maio e Festa da Virada de Ano na Avenida Paulista, e outros que estiveram entre os contratantes que apreciaram a sua performance contagiante.

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