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A cidade também dança Desde a sua criação, nos anos 80, o Festival de Dança deixou de limitar os espetáculos aos palcos. A edição que começa hoje continua a proposta de levar a dança para fora das cortinas de veludo vermelho e para mais perto do público em geral. Iniciativas que contribuem para levar o clima do evento às ruas permanecem, ainda que com alterações.

De 16 a 24 de julho, os grupos classificados para os Palcos Abertos têm apresentações marcadas em diferentes pontos de grande circulação da cidade. Boa parte deles vêm de São Paulo. Mas também há grupos do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais – além dos catarinenses, a maioria de Joinville. Os estilos variam. Vão de street dance, jazz, balé clássico, até uma grande diversidade de danças populares – da dança do ventre às com inspiração africana. Quase uma maratona para olhos e pés, quase 90 apresentações.

Bailarinas em busca de novos collants e sapatilhas de ponta,
dançarinos de break atrás
de CDs de hip hop, turistas que querem lembranças da cidade, camisetas oficiais e também um espaço para um lanche. Essa miscelânea se encontra até o último dia do festival na Feira da Sapatilha, o espaço comercial do festival.

Este ano serão cerca de 70 expositores no Expocentro Edmundo Doubrawa, ao lado do Centreventos. Alguns produtos serão apresentados num desfile em passarela. Repeteco da edição passada, mas com uma novidade: os (e as) modelos foram escolhidos numa seleção da qual a comunidade pôde participar.

Além da apresentação, os grupos que participam da Mostra de Dança Contemporânea irão oferecer workshops coreográficos durante o festival, entre os dias 17 e 24. Os temas variam entre os novos suportes da dança, como a videodança, a história da dança contemporânea e musicalidade corporal.

A São Paulo Companhia de Dança foi criada em janeiro de 2008. Além de “Serenade” e “Les Noces”, a companhia também já montou os espetáculos “Polígono”, do
coreógrafo italiano Alessio
Silvestrin, “Entreato”, do brasileiro Paulo Caldas, “Gnawa”, do espanhol Nacho Duato, e “Ballo”, obra inédita de Ricardo Scheir.

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